sexta-feira, 1 de julho de 2016

Abertura do Dolar x Ajuste & Fechamento Anterior

Atenção #Doidoleiros de plantão para uma informação que considero bem interessante.

A maioria dos autores de livros de investimentos em renda variável e dos professores dessa área concordam que "The Money" está na tendência, ou seja, os maiores resultados dos trades estão quando o investidor se posiciona e segue a tendência ou o fluxo dominante.

Pois bem, pensando nessa hipótese, fiz um estudo no dólar futuro e encontrei um resultado interessante:





Dos 21 pregões de junho, com maior volume de negociação do contrato DOLN16:
  • 15 pregões, ou seja 71.4% finalizaram o dia na mesma direção da abertura em relação ao ajuste e ao fechamento anterior.
  • 3 pregões (14.3%) finalizaram o dia na direção contrária da posição da abertura em relação ao ajuste e fechamento do dia anterior.
  • 2 pregões (9.5%) tiveram abertura entre ajuste e fechamento do dia anterior e seguiu a direção da abertura em relação ao fechamento.
  • 1 pregão (4.8%) abriu o dia entre ajuste e fechamento do dia anterior e seguiu a direção da abertura em relação ao ajuste.

Resumindo, a posição da abertura em relação ao fechamento e ao ajuste do dia anterior foi um bom indicador da possível direção/tendência do dia, ou seja, quando o dólar abriu acima do ajuste e do fechamento anterior, por esse estudo, 71% dos dias fechou em alta , acima da abertura.

Quando a abertura for entre o ajuste e o fechamento, a posição da abertura em relação ao fechamento do dia anterior se demonstrou uma opção melhor como balizador da direção do dia.

Dois dos três dias que terminaram na direção contrária da posição da abertura em relação ao ajuste e ao fechamento do dia anterior, ocorreram nos dois primeiros dias do mês.

Esse resultado pode ter sido expressivo e em linha com um mês com tendência bem definida como foi o de junho.

É importante frisar que a amostra utilizada é pequena e que os traders devem se basear nos seus próprios estudos antes de tomar qualquer decisão de investimento. Fazer dinheiro, consistentemente, no mercado de renda variável e com derivativos não é tarefa fácil nem simplória e a responsabilidade pelos resultados no fim do mês é sempre do dono da conta...

Abaixo a tabela com os resultados diários no DOLN16:  




E para o índice futuro, funcionou também?

Eu considero que sim, só que não tão bem quanto para o dolar. No tal foram 13 pregões de acerto em 21 dias, ou seja, 62% de acerto. Foram 6 pregões (29%) na direção contrária e nos 2 dias que abriu entre ajuste e fechamento anterior o melhor balizador foi a posição da abertura em relação ao ajuste do dia anterior. Segue tabela:





quarta-feira, 29 de junho de 2016

Dolar - Range

Range médio do dólar DOLN16 separado para dias de alta, dias de queda e media de todos dias, além de valores máximos, mínimos e médio.

Podemos observar que a variação mínima do dólar (entre a cotação máxima e a mínima do dia) foi de 31.5 pontos, a máxima foi de 98 pontos e a média diária de 55 pontos.


Dolar Book

Mais alguns números do ‪#‎Doidolar‬

Foto do book (agora a pouco). 


Será que tá pesado na venda ???


Estatísticas : Dolar & Índice Futuros

É importante conhecer o ativo que você opera. Uma das maneiras é manter uma planilha atualizada com os números importantes do dia, tais como: abertura, máxima, minima, ajuste etc. Posteriormente, um pouco de imaginação, algumas perguntas e fórmulas obtém-se um resumo de como os ativos variam em média. 

Os Estatísticos podem criticar esse estudo (e com razão) pois , além da amostragem pequena, para uma "coisa" que não tem distribuição normal esse trabalho todo pode não servir para nada. Porém , digo que sempre alguma lição tiramos dessas leituras e esses números podem nos ajudar na tomada decisões no dia-a-dia juntamente com outros fatores/informações.

Os números abaixo representam a variação (em pontos) do dólar e índice futuros. 

Médias simples, da variação do valor do ajuste do dia anterior até a abertura do dia seguinte, separado para valores positivos e negativos. 

Depois o mesmo procedimento entre ajuste do dia anterior e máx/min do dia. 

Por último, a variação do valor entre a abertura e a máxima e a minima do dia, isso quando a abertura é positiva/negativa em relação ao ajuste.

Deixei um exemplo com valores das cotações do dia 28/06/2016 (caracteres pretos) e as respectivas "projeções" em azul (para valores médios positivos) e em vermelho (para valores médios negativos).


    DOLAR



Abertura
O Dolar, em média, abre com +26 pontos em relação ao ajuste do dia anterior quando abre acima deste ou abre -21 pontos abaixo do ajuste. 

O máximo/minimo valores em dias positivos da abertura em relação ao ajuste do dia anterior: +86,5/+4.

O máximo/minimo obtidos na abertura quando foi abaixo do ajuste do dia anterior: -0,6/-43,5 pontos.



Máxima O valor de máxima do dia em relação ao ajuste do dia anterior foi, em média, +34 pontos (quando positivo) ou -19 pontos (quando negativo).

O máximo/minimo valores em dias positivos, da cotação máxima em relação ao ajuste do dia anterior foi de : +98/+8.

O máximo/minimo obtidos em dias negativos, da cotação máxima em relação ao ajuste do dia anterior foi de: +57/-38 pontos.


Mínima
O valor de mínima do dia em relação ao ajuste do dia anterior foi, em média, +5 pontos (quando positivo) ou -42 pontos (quando negativo).

O máximo/minimo valores em dias positivos, da cotação mínima em relação ao ajuste do dia anterior foi de : +15/-67.



O máximo/minimo obtidos em dias negativos, da cotação mínima em relação ao ajuste do dia anterior foi de: -12/-99 pontos.




Outros valores de máxima e minima foram calculados também em relação a abertura do mesmo dia. 

Máxima Se a abertura teve um valor positivo em relação ao ajuste do dia anterior a máxima teve média de +14 pontos da abertura, com valor máximo de +27,5 e minimo de +0,5 pontos. Quando a abertura teve um valor negativo em relação ao ajuste do dia anterior a máxima teve média de +28 pontos da abertura, com valor máximo de +75,5 e minimo de +3,5 pontos.


Mínima Se a abertura teve um valor positivo em relação ao ajuste do dia anterior a mínima teve média de -40 pontos da abertura, com valor máximo de -8,5 pontos e minimo de -86,5 pontos. Quando a abertura teve um valor negativo em relação ao ajuste do dia anterior a mínima teve média de -27 pontos da abertura, com valor máximo de -2,5 e minimo de -56,5 pontos.



     ÍNDICE

sábado, 11 de junho de 2016

Fechamento - 10/06/2016

E a sexta-feira fechou assim: Dolar +0,43 e  Bolsa ▼ -3,31%




BOLSA

Destaque para algumas altas desta semana: 

  • ESTC3 +11,59%, SMLE3 +5,44, MLGU3 +5,14%, CPLE6 +3,68% e sbsp3 +3,2%

No mês alguns destaques positivos: 
  • ESTC3 +42,72%, KROT3 +16,96%, QUAL3 +10,88%, BRAP4 +10,32% e SMLE3 +9,83%.

Em relação às maiores quedas semanais destaque para: 
  • LLIS3 -26,03%, POMO4 -13,15%, RUMO3 -9,53%, BRKM – 9,07% e SUZB5 -8,46%.

No mês, os destaques nas quedas foram: 
  • SUZB5 -15,89%, FIBR3 -14,16%, LLIS3 -12,56%, LOGN3 -11,56% e KLBN11 -10,19%.

Na sequência, relembrando um pouco meu primeiro curso de análise técnica/gráfica com o economista Humberto Santos, postei um ponto & figura do IBOV na periodicidade semanal. 
Para quem não está familiarizado, é um gráfico atemporal, baseando em variação de preços. A leitura é feita da seguinte maneira: enquanto ativo estiver em alta vai-se plotando correspondentemente os "X"s no gráfico. Assim que atinge o valor definido de box de reversão, e os preços começarem a ceder além deste, plota-se "O"s no gráfico, ou seja, ativo subindo = X , ativo caindo = O. Caso queira saber um pouco mais sobre gráfico ponto & figura , clique  aqui .

Isto posto, para que o índice continue sua movimentação de alta, no gráfico semanal,  é bom não perder os 48.500/48.000 pontos. Caso ocorra, alvo pelo stockcharts está em 45.000/44.500. 

As próximas possíveis resistências estão por volta de 52.500 e 55.000. Caso passe por alí os 59.000 "pode" dar um pouco mais de trabalho por se tratar de um topo duplo no P&F semanal.




BOLSAS MUNDIAIS
Continuando no gráfico Ponto & Figura semanal, abaixo um índice pouco comentado pela maioria das mídias do ramo,  que é o ACWI (All Country World Index). 

Este índice representa as empresas de médio e grande porte de 23 países/economias desenvolvidas mais 23 mercados emergentes, cobrindo aproximadamente 85% das oportunidades de investimento em ações ao redor do mundo. Para saber mais sobre o ACWI, clique AQUI .

Abaixo vemos que apesar das bolsas ao redor do mundo estarem vivendo um momento de alta, estão próximas ao ponto de reversão indicado no gráfico entre os valores 55.00 e 54.00. Caso isso ocorra, a projeção de preço pelo stockcharts está nos 42.00. 

Ao lado podemos notar também que é uma região onde há muito volume, e pelas cores das barras com predomínio das compras. Abaixo dos 50 a maionese desanda de vez, pois perderá um fundo duplo e acima dos 59 e quem sabe dos 62 respira mais aliviado apesar da altitude. 




PETRÓLEO
O Brent deixou região dos USD 30 par atrás e segue em alta fechando a semana cotado a USD50.39. 

Pelo stockchats, apesar de não aparecer nos gráficos, os objetivos de alta estão nos 52 e 62, porém nos 54/55 "pode" encontrar uma dificuldade (ou não) de romper um topo duplo. Se o volume que aparece ao lado do gráfico estiver certo, observamos claramente que foi uma bela queda, porem sem muito volume.


OURO
Pelo P&F continua em tendencia de alta, fechando a semana cotado a USD 1.276,30, em regiões de preços próximo ao topo de 2015. 

Na região dos USD 1.300/1.340 "pode" encontrar resistência por conta de topos anteriores


No caso de acontecer uma corrida para o ouro em decorrência de algum evento tipo "crise do sub-prime" ou coisa parecida, está aí parte da avenida a ser percorrida. 

Para quem tiver interesse procure pelo livro "Currency War" do Jim Rickards.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Fim do Dia - 03/06/2016

E a sexta feira terminou mais ou menos assim: 

Dolar      Ibov


As ações relacionadas com mineração e siderurgia impulsionaram IBOV pra cima e as atreladas ao dolar seguraram um pouco o índice.




Maiores Altas, Baixas, Volume e Negociadas:



quinta-feira, 2 de junho de 2016

Fim do Dia - 02/06/2016

E o pregão de hoje foi mais ou menos assim. Mais ou menos porque olhando uma tabela não dá pra sentir os calores, os corações disparados, as batidas na mesa por conta dos gains ou dos losses... mas vale o registro...

Dolar ▼   Ibov 


sábado, 14 de maio de 2016

Finanças Comportamentais , Psicologia Econômica


A aquisição de conhecimento técnico precede qualquer atividade profissional que formos executar. Na área de investimentos & trading não é diferente. 

O candidato a trader mergulha num mundo de possibilidades à sua frente dentre as quais a escolha do universo temporal a trabalhar: scalper trader, daytrader, swing trader, position trader, investidor ou buy and holder, além das diferentes escolas teóricas de análise fundamentalista (cujo foco é o negócio, as informações financeiras/contábeis e seus múltiplos); a análise técnica/gráfica (cujo foco está basicamente nos preços e na busca de padrões passados que possam se repetir no futuro); a análise quantitativa (que assim como a técnica estuda os preços e suas variações em busca de padrões estatísticos); a análise do fluxo das ordens, também conhecida como tape reading, cujo foco está na identificação do movimento mais forte do mercado levando-se em conta os negócios realizados e registrados no livro de negócios em tempo real ou também conhecido como Times and Trades, além de observação do saldo dos players, das intenções presentes no livro de ofertas (book) e combinações deste. 

A coisa não para por aí e existem outras formas de tomada de decisão de entrar/sair de um negócio baseada em sofisticados algoritmos que podem até incluir aspectos subjetivos como a leitura de palavras-chaves nos principais meios de comunicação digitais/mídias sociais; análise de redes neurais que estudam a configuração e influencia de diversos players no mercado global em busca de sinais que possam demonstrar início de grandes movimentações e até técnicas preditivas de abalos sísmicos empregadas no mercado financeiro com o mesmo objetivo de identificar possíveis movimentos abruptos. 

Após a aquisição de conhecimento técnico o investidor/trader põe a mão na massa e aí começa a ver que a teoria na prática é outra coisa. Há uma fase de adaptação, de refino da técnica, há o período de aprendizagem do dia-a-dia, a aquisição de novas habilidades operacionais e principalmente começa a enfrentar uma coisa que não existe nos livros e nem nos cursos que é a pressão psicológica e emocional, que apesar de serem abordadas em alguns cursos, naquele momento inicial é quase que totalmente ofuscada pelo brilho que envolve a promessa de novos resultados e também pela busca da fórmula mágica que o fará atingir sua tão sonhada liberdade financeira.

 

Pois bem, isso posto, conforme o tempo passa e se a conta corrente só diminuir, o investidor/trader vai ficando frustrado e passa a questionar. Não é incomum nessa fase o investidor/trader pendurar o alvo de suas “críticas” na técnica, no curso, no livro e até no professor. Inicia então uma nova busca com seus pares ou outras fontes de conhecimento a fim de identificar o que está errado. Se apoia em nova “tábua de salvação” e o ciclo reinicia.

Após várias tentativas técnicas, ou mesmo em trocas de idéias se depara com algo que foi pouco ou quase nada estudado e desenvolvido por ele. Esse tópico é relativamente novo e o ramo da “ciência” que o estuda pode receber diferentes denominações tais como Finanças Comportamentais ou Psicologia Econômica e envolve estudos sobre a tomada de decisão do ser humano afim de obter uma compreensão mais profunda e ampla sobre nossos julgamentos e escolhas. Esse ramo da ciência, de acordo com alguns críticos, teve um upgrade após o prêmio de economia recebido por Daniel Kahneman e Amos Tversky em 2002. No Brasil temos também profissionais debruçados sobre o tema, dentre os quais uma das pioneiras é a psicóloga, mestre e autora de livros Vera Rita de Mello Ferreira com excelentes publicações técnicas além da criação de grupos de estudos sobre o assunto. Uma de suas obras é "Psicologia Econômica", fruto de vasta pesquisa sobre a área e ótimo guia de consulta/pesquisa. Entre outros autores gostaria de destacar Aquiles Mosca, economista, mestre em Administração atuando em instituições financeiras em áreas correlatas a investimentos pessoais além de ser autor de livros. Em sua obra “Finanças Comportamentais” Aquiles aborda alguns estudos da área buscando identificar e evidenciar a origem de determinadas tendências que influenciam nosso processo de tomada de decisão nos investimentos e é dessa obra que gostaria de destacar alguns pontos.

 

Logo no início do livro, no prefácio, o autor chama a atenção para o estudo do processo decisório humano e para tal utiliza como exemplo a área da aviação. Cita que cerca de 70% dos acidentes aéreos têm como causa principal a “falha humana” (incluindo-se piloto, controlador e manutentores entre outros). Por conta disso, no meio aeronáutico é dito que um avião não cai, ele é derrubado por uma sequencia de más decisões, tomadas antes e durante o voo, as quais, juntas, começam a formar uma perigosa corrente de acontecimentos. A fim de evitar o acidente, é necessário identificar quando uma corrente dessas está sendo formada e rompê-la antes que seja tarde, e aqui entra o estudo do processo de tomada de decisão. 

Estudos na área revelam que tal processo está repleto de imperfeições oriundas de características inatas, tendências inconscientes, sendo que o que observamos na realidade é uma racionalidade limitada e uma coisa que tem certeza é que ninguém está imune a tais tendências comportamentais. O que deve ser feito então é despertar a consciência afim de identificar essas tendências e se preparar para reagir frente a elas.

Assim como um piloto tem um checklist para rever as atitudes e procedimentos corretos a serem seguidos, aprende assim a jamais confiar em seus instintos e a recorrer aos instrumentos buscando ter um vôo seguro e tranquilo, do mesmo modo o investidor/trader é chamado a estar consciente de suas emoções e aprender como elas influem seu modo de perceber e reagir, aprendem a identificar tais tendências e a resistir a seu apelos, e atuar em direção oposta, apesar de desconfortável, podendo assim gerar ganhos melhores para seus investimentos.



À seguir listo algumas das tendências inatas que afetam e influenciam a capacidade de julgamento e tomada de decisões citadas no livro:

  • Representatividade
    • Equivale a tentar prever o futuro com base no passado. 
  • Saliência ou Disponibilidade
    • Fatos raros porém amplamente divulgados e disponíveis na mídia, ampliando o efeito da representatividade
  •  Efeito Contágio
    • Associação direta com base em características limitadas de semelhança entre envolvidos. Por exemplo: acidente com avião da Gol derrubou ações da Tam.
  •  Efeito Manada
    • Necessidade de agir em conformidade com o grupo. Errar em maioria é menos estressante, ao passo que conviver com possível erro de posicionamento contrário ao grupo é constrangimento que a maioria evita.
  • Solução Média (Teoria do consumidor)
    • Quando a escolha envolve resultados contraditórios a grande maioria opta pela solução média.
  • Auto-Atribuição
    • Atribuímos a nós mesmos o crédito por resultados passados favoráveis, mas sobre os quais tivemos pouca ou nenhuma influência. Isso leva a excesso de confiança que leva a mudar mais de posição que leva a pior desempenho.
  •  Excesso de informação
    • Pensamos que quanto mais, melhor, porém estudos apontam que não. Decisões acertadas são tomadas com base em conjunto limitado de informações de alta relevância.
  • Ancoragem
    • Tendência de focalizarmos a atenção sobre um número/informação e usá-lo como ponto de referencia no momento que precisamos fazer uma estimativa.
  • Aversão a Perdas
    • Quando algo é desagradável oupenoso tentamos evitá-lo, e caso não seja possível tentaremos ao menos minimizar o sofrimento.
  • Efeito Disposição
    • Conservar na esperança de recuperar . Dificuldade de se desfazer de um ativo perdedor.
  •  Efeito "Mordida de Serpente"
    • Perdas significativas ficam registradas na memória fazendo com que o investidor evite tal ativo no futuro ou causando dificuldade em recomprar um ativo perdedor, ou seja, um impacto passado (negativo) afetando decisões presentes.
  •  Viés de Status Quo
    • Tendência a manter as coisas inalteradas, podendo gerar paralisia frente a decisões de investimentos principalmente os perdedores.
  •  Efeito Dotação
    • Desvio ou sobreestimação do valor de bens que possuímos, podendo gerar a resistência a vender algo que já possuímos.
  •  Viés Nacional/Regional
    • Resistência ao investimento no exterior/em outras regiões interferindo na diversificação das carteiras de investimentos.
  •  Pensamento em Grupo
    • Deterioração da capacidade e eficácia cognitiva, ou de tomada de decisão, oriunda de pressão social e do julgamento moral existente em qualquer grupo.
  •  Polarização
    • Ampliação da importância de uma visão ou idéia predominante de um grupo.
  •  nero x Risco
    • Mulheres são mais cautelosas frente ao risco
    • Homens focam mais o desafio.


Para quem se interessou pelo livro e quer ver como se proteger desses viéses, me parece que a edição está esgotada, então a alternativa é tentar encontrar um bom exemplar em sebos. Fica aqui a sugestão de um virtual, não me esquecendo de deixar bem claro que não recebo nada em troca tanto do autor quanto do sebo, a não ser a satisfação de poder ajudar outros investidores/traders com a informação: 

http://www.estantevirtual.com.br/b/aquiles-mosca/financas-comportamentais/1164355096

 
Links de vídeos:

Aquiles Mosca 

Vera Rita de Mello Ferreira 

Daniel Kahneman

Mark Douglas

quinta-feira, 12 de maio de 2016

Finanças Comportamentais - Aquiles Mosca

Palestra breve sobre finanças comportamentais proferida por Aquiles Mosca no Seminário de Private Banking da ANBIMA 2012.

A palestra versa sobre o comportamento do investidor, a credibilidade dos gerentes/gestores das instituições financeiras, o que faz um cliente seguir as recomendações dadas? Como os humanos aprendem ?


Apesar de estar falando para o público das instituições financeiras, pode servir de alerta e fazer as pessoas (clientes) refletirem antes de aceitar qualquer recomendação.
"Nós não exigimos muito para obedecer uma figura de autoridade, ainda que seja uma autoridade aparente."


 






"People before numbers"

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