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sábado, 1 de abril de 2023

FECHAMENTO DO MÊS DE MARÇO/2023

Segue abaixo um resumo do fechamento do mês de março com informações sobre: Bonds, Frete, Minério de Ferro, Petróleo, Cobre, Ouro, Dólar, Bitcoin, Ações (do mercado Global, Americano e Brasileiro).

•Boa leitura.




  BONDS 

•As taxas dos bonds americanos apresentaram queda no mês de março, porém com as de longo prazo (10 anos)  ainda abaixo das de curto prazo (2 anos) e das de curtíssimo prazo (3 meses).



Bonds de 10 anos (-) 2 anos segue abaixo de zero assim como o de 10 anos (-) 3 meses,  sendo que tais sinais são considerados como indicativo antecessor de recessão à frente.






•Quarto mês consecutivo de queda nos juros futuros interbancários no Brasil (DI1) para vencimento janeiro 2024 porém ainda dentro do range do mês de nov/22, cuja mínima está em 12.90%aa e máxima em 14.745%aa.





 FRETE 
•Um dos principais índices referencia de frete marítimo de cargas, o Baltic Dry Index (BDI), fechou o mês com alta de +40.30%, fechando um GAP formado entre os mês de dez/22 e jan/24.



•O Índice Mundial de Containeres da Drewry (WCI) caiu 2%, para US$ 1.716,85 por container de 40 pés nesta semana 
e recuou 79% na comparação com a mesma semana do ano passado.




•O último índice composto Drewry WCI de $ 1.717 por contêiner de 40 pés está agora 83% abaixo do pico de $ 10.377 alcançado em setembro de 2021. É 36% menor que a média de 10 anos de $ 2.690, indicando um retorno a preços mais normais, mas permanece 21% acima das taxas médias de 2019 (pré-pandemia) de US$ 1.420.

•O índice composto médio para o acumulado do ano é de US$ 1.917 por contêiner de 40 pés, US$ 751 abaixo da média de 10 anos (US$ 2.690 mencionados acima).




 MINÉRIO DE FERRO 
Alta de 1.69% no mês fechando aos 903,500 RMB/ton
, cerca de USD132/ton.

O minério de ferro 62% aumentou 15,78 USD/MT ou 14,18% desde o início de 2023, de acordo com a negociação de um contrato por diferença (CFD) que acompanha o mercado de referência para essa commodity.




 PETRÓLEO 
•O tipo Brent fechou o mês em queda de 4.04% por volta dos USD 79.73.

•OPEP anuncia corte na produção, o que deve exercer pressão de alta na commodity.



 COBRE 
•O minério chegou a perder a mínima do mês anterior, mas depois recuperou fechando o mês com leve alta de 0.29%, por volta dos USD 4.085.

•Segue dentro do range de jan/23 (4.355 - 3.7105).




 OURO 

•O minério fechou o mês em alta de +7.76%, por volta dos USD 1.968, acima da máxima do mês anterior (1.959).



 DOLLAR - DXY 
•Chegou a romper a máxima do mês anterior, porém cedeu e fechou em queda de -2.25% aos 102.594 pts sugerindo força no lado da queda.



USDBRL
•O par USDBRL (Dolar/Real) chegou a superar a máxima do mês anterior mas fechou em queda de -3,31% cotado a R$ 5,0635 sinalizando força de queda.



 BITCOIN 
•Chegou a perder a mínima do mês anterior, porém fechou em alta (+23,08%) cotado a USD 28.476.



 AÇÕES 
•Índice Global ACWI chegou a perder a mínima do mês anterior, porém fechou em alta de +3,33%.



SP500
Chegou a perder a mínima do mês anterior, porém conseguiu reverter a trajetória e fechou em alta de +3.51% na região dos 4.109 pontos.




Emergentes
•índice EEM chegou a perder a mínima do mês anterior e recuperou a queda fechando em alta de +3.22%.



Ibovespa
•Indo na contramão do índice mundial e do SP500 o índice brasileiro fechou o mês em queda de -2.91% aos 101.882 pontos.



Setores do Ibovespa

•Destaque positivo para as ações do setor de Bens Insdustriais, Cominicação/T.I e de Utilidade Pública e negativo para as do setor de Saúde.




•Ações do Ibovespa com maiores altas no mês: Azul, Ecorodovias, Embraer, Gol e CCR.

•Destaques no lado das maiores quedas no mês: Hapvida, Qualicorp, 3R, Rede D´Or e Arezzo. 



•No ano os destaques positivos são: Embraer, Magazine Luiza, CSN Mineração, CCR e Ecorodovias.

•No lado das quedas destaque para: Hapvida, Alpargatas, Qualicorp, Locaweb e CVC.


sexta-feira, 3 de março de 2023

Fechamento da Semana #9/2023

 BONDS 
•As taxas dos bonds americanos tiveram mais uma semana de alta com as de longo prazo (10 anos)  seguindo abaixo das de curto prazo (2 anos) e das de curtíssimo prazo (3 meses).

•Mercado costuma observar essas relações, pois no passado provou ser um dos preditores de recessão à frente.


(clique nas imagens para ampliar)

Bonds de 10 anos - 2 anos: abaixo de zero indica que o título de longo prazo está com taxa menor que o de curto prazo e essa inversão é vista como alerta de recessão à frente.



Bonds de 10 anos - 3 meses: taxa de longo prazo menor que a de curtíssimo prazo 👀.



•Os juros futuros interbancários no Brasil (DI1) seguem acima das taxas pós resultado das eleições de 2022.


•Dos vencimentos plotados no gráfico abaixo, somente o jan/24 teve um recuo e formou a segunda inside week refletindo uma indecisão do mercado quanto ao caminho da taxa de juros.







 FRETE 
•Um dos principais índices referencia de frete marítimo de cargas, o Baltic Dry Index (BDI), teve a segunda semana consecutiva de alta após atingir região que no passado foi de mínimas.

•Essa alta pode ser reflexo do aumento da demanda de minérios e grãos.




•O Índice Mundial de Containers Drewry (WCI) fechou a semana nos U$D 1.859/container de 40 pés, recuando 2% e 80% quando comparado com a mesma semana do ano passado.


•A máxima foi de $ 10.377 em set/21.
•A média de 10 anos é de $ 2.691.
•Média do ano é de US$ 2.015, US$ 676 abaixo da média de 10 anos.
•Taxa média pré-pandemia (2019): $ 1.420.

Tarifas:
•Xangai –> Nova York caíram 4% ou US$ 109, para US$ 2.772

•Xangai –> Los Angeles caíram 1% para US$ 1.948 por 40 pés.
•Los Angeles –> Xangai caíram 3% para US$ 1.067 por feu.
•Xangai –> Gênova caíram 2% para US$ 2.477 por contêiner de 40 pés.
•Xangai <–> Roterdã contraíram 2% para US$ 715 e US$ 1.593 por feu
•Nova York <–> Roterdã caíram 1% cada, para US$ 1.573 e US$ 5.573 por feu.
•Drewry espera pequenas reduções semana a semana nas taxas nas próximas semanas .




 MINÉRIO DE FERRO 
•Quarta semana consecutiva de alta fechando aos 904,500 RMB/ton 
(+4.45%), cerca de USD127/ton.

•No gráfico abaixo a vela vermelha é de alta e a verde é de queda, refletindo o ponto de vista do comprador.



 



 PETRÓLEO 
•O tipo Brent fechou a semana por volta dos USD 85.92 com alta de +3,15%.

•Notamos que fevereiro foi o segundo 'inside month' do ano (com máximas menores e mínimas maiores que as do mês anterior), refletindo a incerteza do mercado em relação ao rumo da commodity e/ou da economia como um todo.




 COBRE 
•O minério chegou a perder a mínima da semana anterior, mas depois recuperou fechando a semana em alta de +2.82%, por volta dos USD 4.07.

•Fevereiro foi um 'inside month' (máxima e mínima cotação dentro da variação de preços do mês anterior) refletindo a incerteza do mercado.


 OURO 

•O minério fechou a semana em alta de +2.57%, por volta dos USD 1.856, após 4 semanas de queda.

•Notamos que fevereiro chegou a romper a cotação máxima de janeiro porém preços recuaram, perdendo a mínima, formando um 'outside month', um alargamento nos tempos gráficos menores.




 DOLLAR - DXY 
•Chegou a romper a máxima da semana anterior, depois enfraqueceu e fechou em queda (-0.66%) após 4 seguidas de alta.

•Fechou na região dos 104.52 .




•O par USDBRL (Dolar/Real) fechou a semana em leve queda de -0,28% cotado a R$ 5,1956, abaixo da cotação pré resultado da eleição de out/22 (R$ 5,2959).

•Está mais ou menos no meio do range de 2022 e de 2023, refletindo certa indecisão por parte dos players.




 BITCOIN 
•Fechou segunda semana em queda (-5,19%) cotado a USD 22.340, porém ainda dentro do range da semana de 13/fev (21.376 a 25.270). Pode voltar andar após superar esses limites.


 

 AÇÕES 
•Índice Global ACWI teve uma semana de alta (+2,35%) após 3 consecutivas de quedas.

•Caso supere o topo mais recente (93.24) vem a confirmar topos e fundos ascendentes e possível reversão do mercado para alta.





•Índice de ações do mercado americano (SP500) chegou a perder a mínima da semana anterior, porém conseguiu reverter a trajetória e fechou a semana em alta de +1.90% na região dos 4.045 pontos após 3 semanas consecutivas de quedas.

•Caso supere a região dos 4.195 pontos confirmaria uma sequencia de topos e fundos ascendentes, após romper uma linha de tendência de baixa, podendo indicar reversão do mercado para alta.





•Índice de ações de mercados emergentes (EEM) também teve uma semana de descanso após 4 consecutivas de quedas, fechando com alta de +3.17% na região dos 39.39 pontos.

•Segue 'respeitando fundo dos 37.44 pontos e caso supere os 42.37 estaria confirmando topos e fundos ascendentes podendo indicar reversão do mercado para alta.




•Índice brasileiro de ações (Ibovespa) teve mais uma semana de queda (-1.83%) fechando próximo dos 103.865 pontos refletindo as falas dos políticos acerca das questões das taxas de juros entre outros pontos.

•A cotação máxima atingida pelo índice após o resultado das eleições de 2022 foi na casa dos 120.039 no dia 04/nov/22 e a mínima na região dos 101.632 pontos em 14/dez/22.




•Abaixo vemos uma tabela/gráfico com a performance acumulada das ações do Ibovespa, agrupadas por setores.


•Destaque de alta no ano para as ações do setor de Materiais Básicos com média simples de +2,5%. O destaque negativo ficou com as ações do setor de Saúde com média simples de -19,9%.




•Abaixo destaque positivo na performance semanal das ações do Ibovespa foi ENBR3 com +12,58% de alta e cotada a R$ 22,11. Destaque negativo ficou para a HAPV3 com -43,58%, cotada a R$ 2,68.




•No acumulado do ano vemos como destaque positivo as ações da EMBR3 cotada a R$ 17,95 com +25,44% e destaque negativo para HAPV3 com -47,24%.



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sábado, 7 de maio de 2016

Minério de Ferro

Observando o gráfico abaixo dos preços do minério de ferro (iron ore) na periodicidade diária, observamos que recentemente a formação de topos inferiores com o último fundo perdido, porém sem evoluir muito além da média dos preços dos últimos 30 dias. 






Mais abaixo o indicador OBV, que abrange volume e preço, também apresenta o mesmo perfil dos preços do minério. Com isso, concluo que não concluo nada, ou seja, apesar da queda dos preços do minério de ferro, pela configuração técnica apresentada ainda não está claro se os preços vão apresentar uma correção (queda) mais aguda.




Por outro lado, ações da BHP apresentam um sinal de correção mais claro tanto nos preços quanto no indicador OBV.



No gráfico da Rio Tinto, enquanto os preços demonstraram um movimento bem definido de queda, com topos descendente e fundo perdido de forma clara, porém o OBV não acompanhou esse mesmo movimento.



O gráfico da Vale está mais parecido com o da Rio Tinto.


sábado, 31 de outubro de 2015

FECHAMENTO DO MÊS DE OUTUBRO 2015

 ÍNDICES SETORIAIS 

O índice setorial que mais se destacou na alta foi o Imobiliário - IMOB com +7,64% e o de maior queda foi o Industrial - INDX com -2,71%.

 No ano, o índice que acumula maior alta é o Industrial INDX com +7,69% e de maior queda o Imobiliário com -17,13%.

Abaixo tabela resumo com mais informações



 
 IBOV  
O principal índice de ações do Brasil fechou o mês de outubro aos 45.868 pontos que indica +1,80% de alta em relação ao mês anterior. No ano o Índice acumula -8,28% de variação.

 Como pode-se observar no registro gráfico mensal abaixo (escala log) o índice está em região onde os "Touros", ou seja, os compradores, desde junho/2013 se apresentam para comprar com mais intensidade pois os preços das ações do índice, em suas respectivas avaliações, estão baratos. Caso o futuro repita o passado, podemos estar frente a uma daquelas oportunidades únicas de comprar ativos "baratos" em bolsa com expectativas de ganhos maiores que perdas.





No gráfico do IBOV indexado pelo dolar comercial (escala log), apesar do índice ter perdido fundo da crise do Subprime de 2008, está em região de preços que já serviu de resistência, ou seja, há possibilidade dos preços em dolar não só parar a queda como reverter a tendência. Um pequeno sinal podemos ver no registro gráfico quando nesse mês de outubro apresentou máxima e mínimas maiores que do mês anterior. Isso é pouco para afirmar que haverá reversão, mas geralmente, fim de ano, as esperanças aumentam, as festas fazem o consumir sair de casa e o dinheiro circular no mercado. A ver como será o final desse nosso 2015 sofrido...





 MAIORES ALTAS DO IBOV  
As ações com maiores alta no mês foram Braskem (+30,63%) seguida por Kroton (+28,79), CSN (+23,60%), MRV (+20,53%), Rumo (+19,97%), Qualicorp (+18,06%), Natura (+17,90%), Hypermarcas (+15,18%), Tim (+13,85%) e Cosan (+12,76%).

Abaixo tabela com mais informações e ações em alta no mês.


No ano, as ações com variação acima do Ibov foram Fibria (+61,73%), seguida por Raia Drogasil (+57,88%), Klabin (+53%), Suzano (+48,96%) , Souza Cruz (+47,48%) e Ultrapar (+33,30%) entre outras.

Segue quadro com informações e demais ações:



 MAIORES QUEDAS DO IBOV 
As ações que apresentaram maiores quedas no mês foram: Oi (-24,01%), Usiminas (-16,12%), Brasil Foods (-15,84%), JBS (-15,48%), Suzano (-13,95%), Marfrig (-10,60%), Metalúrgica Gerdau (-9,59%), Eletrobras (-4,38%), Gol (-3,27%) e Fibria (-2,88%).

Abaixo tabela com mais informações e ações em queda no mês:



No ano, as ações com variação inferior a do Ibov foram: Gol (-76,61%), Metalúrgica Gerdau (-76,26%), Oi (-75,38%), Rumo (-58,41%), Pão de Açúcar (-47,91%), Usiminas (-44,05%) entre outras.

Segue quadro com informações e demais ações:



 DOLAR 
O contrato de dolar futuro fechou o mês de outubro em queda de -2,54% (preços não ajustados) e no ano são mais de +45% de alta (preços não ajustados).  Foram negociados em média 24.730 contratos por dia (excluindo-se o último dia que apresenta pouca liquidez, menos de 5% da média de contratos negociados nos outros dias). O giro financeiro foi de R$ 53,4 B por dia (excluindo desse cálculo o último dia de pregão).

Foram 21 pregões, sendo 9 (43%) em alta e 12 (57%) em baixa. A média dos dias de alta foram 45,8 pontos e nos de baixa -45,6 pontos, incluindo-se nessas estatísticas o último dia de negociação, apesar deste ter pouca liquidez .

Nos dias de alta, medindo a partir do fechamento do dia anterior até a abertura do dia seguinte foram, em média, +24,5 pontos e nos dias de queda, -19 pontos.


No registro gráfico abaixo (escala log) nota-se que os preços vieram de forte alta e estão próximo a região de topos anteriores, sendo que nos últimos 2 meses não conseguiram superar. Os preços no mês de outubro não romperam nem máxima nem mínima do mês anterior, ou seja, podemos interpretar esse sinal como uma indecisão do mercado, ou um período de acúmulo de posições. 

Olhando os últimos 10 anos, a variação do dolar entre os meses de outubro e novembro, a maioria foi de alta. A ver como desenrola, pois há eventos importantes para serem definidos (ou não) tais como a taxa de juros dos E.U.A., processos de Impeachment dos presidentes Eduardo Cunha e Dilma Rousseff, entre outros fatos econômicos e políticos.



 INFLAÇÃO 
Após 8 meses seguidos de alta, a inflação, medida pelo IPCA, acumulado nos últimos 12 meses, deu uma parada na sua trajetória de alta. Caso haja aumento de preços controlados, tais como combustíveis, energia elétrica, telefonia, "poderá" haver então pressão para continuidade do movimento de alta.

Abaixo os meses de outubro estão marcados com um X.






 RISCO BRASIL 
Apesar de ter dado uma trégua no mês de outubro, continua com perfil de alta, próximos a níveis da crise do subprime de 2008/2009.



 COMMODITIES 
Como nosso país depende desse ramo da economia, escolhi um índice para acompanhar como os preços dos contratos futuros desses produtos vem se comportando ao redor do mundo. O índice escolhido foi o Índice de Commodities da Bloomberg que leva em consideração 28 produtos, em seu cálculo distribuídos conforme o peso abaixo:



Como podemos observar no registro gráfico de preços semanais a cesta de commodities apresenta queda, sendo que o fundo de 26/agosto ainda não foi superado, o que pode ser indício de que os preços estão se acumulando na região em que estão e que devemos aguardar para ver se vão romper para cima ou continuar sua trajetória de queda. Há outro fato que chama a atenção para uma possível reversão nos preços que é a divergência de alta com indicadores técnicos. A ver como se desenrola nos meses futuros.





 PETRÓLEO 
Coninua em queda e no mês de outubro variou na faixa entre USD42,58 e USD50,92. Pelas divergências entre preços e indicadores há possibilidade dos preços subirem. Sei que ainda é cedo, mas quando o inverno chegar, pode haver pressão de alta por conta do aumento na demanda... A ver...



 MINÉRIO DE FERRO
Uma commodity importante para a economia brasileira e para a Vale do Rio Doce, os preços do minério de ferro, cotado na China, vem de longa queda destacada no gráfico entre a máxima de RMB984 em 2013 e a mínima de RMB333 em 2015. Agora encontra-se numa faixa lateral de preços e nota-se divergências de alta com indicador, abrindo possibilidade de alguma recuperação de preços futuros. A ver...



 OURO 
O lingote de 250g negociado na BM&F Bovespa continua sua trajetória de alta apesar de não ter conseguido fazer novas máximas nos preços que fecharam nos R$140,25. O topo anterior está em R$ 154.69 (setembro).