Volume financeiro e número de negócios das opções negociadas dia 06/08/14.
No destaque Gerdau, Ambev e Telefonica com volume negociado de PUTs bem acima das Calls.
Outras ações que chamam atenção nas negociações da PUTs são: BBSE, LREN, HGTX e UGPA.
quinta-feira, 7 de agosto de 2014
IBrA - Ações com Maiores Altas e Baixas - 07/08/14 - 10h30
Ações com maiores altas
e baixas que fazem parte do Índice Brasil Amplo, com volume financeiro e número de
negócios.
sábado, 2 de agosto de 2014
IBOV - Semana 31 - 2014
O Índice Bovespa fechou esta semana em queda de -3.32% em relação a semana passada, com 55.902 pontos e volume abaixo da média, confirmando os 58.138 como topo.
O rompimento e a permanência acima do canal de baixa indicado em laranja no gráfico, juntamente com topos e fundos ascendentes, indicam que essa queda "pode" ser apenas uma realização de lucros, mas que a tendência é de alta no período, tendo como próximo desafio o limite superior do canal de baixa, indicado em vermelho no gráfico, entre 62.000 e 63.000 pontos, próximo do topo anterior nos 63.472 pontos.
O fluxo de investidores estrangeiros na bolsa continua positivo e aumentando no acumulado do ano, enquanto que o investidor pessoa física diminui suas posições.
Alguns destaques do noticiário semanal:
*XP corretora comprou a Clear.
*PT entrou com representação no TSE contra a consultoria financeira Empiricus.
*Lula disse que analista do Santander não entende p*** nenhuma de Brasil.
* Ministério Público Federal recomendou racionamento de água em SP. Sabesp nega.
*PIB dos EUA cresceu 4% no 1T14.
*CIELO (CIEL3) anunciou lucro líquido de R$ 796,8M no 2T14, alta de 25,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
*SOUZA CRUZ (CRUZ3): anunciou lucro líquido de R$ 392,9M no 2T14, queda de 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
*DURATEX (DTEX3): anunciou lucro líquido de R$ 58,6M no 2T14, 55.2% a menos em relação ao mesmo período do ano anterior.
*Telefônica Brasil (VIVT3/VIVT4) divulgou lucro líquido de R$ 1,993 B no 2T14, 118% maior que o mesmo período do ano anterior, impulsionado pelos ganhos fiscais resultantes da entrada em vigor da medida provisória 627.
* A Cosan Logística pediu registro de companhia aberta na CVM.
* No 1S14 o superávit primário brasileiro ficou em R$ 29,4B, queda de 43.4% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando fez R$ 52 B.
*Argentina deu calote em credores holdouts.
*BRADESCO (BBDC3/BBDC4) divulgou lucro líquido de R$ 3,778 B no 2T14, alta de 28,1%.
*VALE (VALE3/VALE5) divulgou lucro líquido de R$ 3,187 B no 2T14, aumento de 283% na comparação com o mesmo período do ano anterior e queda de queda de 46% em relação ao 1T14.
*SANTANDER (SANB11): divulgou lucro líquido de R$ 527,5 M no 2T14.
*AMBEV (EBEV3): reportou lucro líquido de R$ 2,2 B no 2T14.
*EMBRAER (EMBR3): divulgou lucro líquido de R$ 319,8 M no 2T14 contra um prejuízo de R$ 9,9 M no mesmo período de 2013.
*PETROBRAS (PETR3/PETR4): Plataforma Namorado 1 (PNA-1) foi atingida por incêndio causado por serviço de manutenção.
*Epidemia do vírus Ebola na África preocupa OMS e companhia aérea cancela voos para os locais afetados.
*Balança comercial brasileira apresentou superávit de US$ 1,575 B em jul/14, diminuindo o déficit acumulado no ano para US$ 916 M.
*As ações do Banco português Espírito Santo (BES) apresenta queda acumulada de 90.6% desde abril/14 (de €1.28 para €0.12). O banco anunciou recentemente um prejuízo de € 3,6 bilhões no 1S14 relacionados a empréstimos, muitos que não constavam em seu balanço e nem sequer eram de conhecimento do seu conselho de administração.
O rompimento e a permanência acima do canal de baixa indicado em laranja no gráfico, juntamente com topos e fundos ascendentes, indicam que essa queda "pode" ser apenas uma realização de lucros, mas que a tendência é de alta no período, tendo como próximo desafio o limite superior do canal de baixa, indicado em vermelho no gráfico, entre 62.000 e 63.000 pontos, próximo do topo anterior nos 63.472 pontos.
O Fluxo de investidores estrangeiros na BMF continua positivo, porém nota-se uma redução nos últimos dias.
A participação dos estrangeiros continua comprada em futuros na BMF:
Alguns destaques do noticiário semanal:
*XP corretora comprou a Clear.
*PT entrou com representação no TSE contra a consultoria financeira Empiricus.
*Lula disse que analista do Santander não entende p*** nenhuma de Brasil.
* Ministério Público Federal recomendou racionamento de água em SP. Sabesp nega.
*PIB dos EUA cresceu 4% no 1T14.
*CIELO (CIEL3) anunciou lucro líquido de R$ 796,8M no 2T14, alta de 25,9% em relação ao mesmo período do ano anterior.
*SOUZA CRUZ (CRUZ3): anunciou lucro líquido de R$ 392,9M no 2T14, queda de 9,8% em relação ao mesmo período do ano anterior.
*DURATEX (DTEX3): anunciou lucro líquido de R$ 58,6M no 2T14, 55.2% a menos em relação ao mesmo período do ano anterior.
*Telefônica Brasil (VIVT3/VIVT4) divulgou lucro líquido de R$ 1,993 B no 2T14, 118% maior que o mesmo período do ano anterior, impulsionado pelos ganhos fiscais resultantes da entrada em vigor da medida provisória 627.
* A Cosan Logística pediu registro de companhia aberta na CVM.
* No 1S14 o superávit primário brasileiro ficou em R$ 29,4B, queda de 43.4% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando fez R$ 52 B.
*Argentina deu calote em credores holdouts.
*BRADESCO (BBDC3/BBDC4) divulgou lucro líquido de R$ 3,778 B no 2T14, alta de 28,1%.
*VALE (VALE3/VALE5) divulgou lucro líquido de R$ 3,187 B no 2T14, aumento de 283% na comparação com o mesmo período do ano anterior e queda de queda de 46% em relação ao 1T14.
*SANTANDER (SANB11): divulgou lucro líquido de R$ 527,5 M no 2T14.
*AMBEV (EBEV3): reportou lucro líquido de R$ 2,2 B no 2T14.
*EMBRAER (EMBR3): divulgou lucro líquido de R$ 319,8 M no 2T14 contra um prejuízo de R$ 9,9 M no mesmo período de 2013.
*PETROBRAS (PETR3/PETR4): Plataforma Namorado 1 (PNA-1) foi atingida por incêndio causado por serviço de manutenção.
*Epidemia do vírus Ebola na África preocupa OMS e companhia aérea cancela voos para os locais afetados.
*Balança comercial brasileira apresentou superávit de US$ 1,575 B em jul/14, diminuindo o déficit acumulado no ano para US$ 916 M.
*As ações do Banco português Espírito Santo (BES) apresenta queda acumulada de 90.6% desde abril/14 (de €1.28 para €0.12). O banco anunciou recentemente um prejuízo de € 3,6 bilhões no 1S14 relacionados a empréstimos, muitos que não constavam em seu balanço e nem sequer eram de conhecimento do seu conselho de administração.
Marcadores:
CDI,
IBOV,
Inflação,
IPCA,
Ouro,
Risco Brasil,
Risco País
quarta-feira, 23 de julho de 2014
Posição de Investidores Estrangeiros
Investidores estrangeiros continuam mais comprados que vendidos no mercado futuro da bolsa de valores de SP, e diminuíram um pouco suas posições compradas em relação ao período anterior divulgado.
Atual
Atual
Anterior
segunda-feira, 21 de julho de 2014
IBOV - Semana 29 - 2014
Mais uma semana de alta no #IBOV com valorização de +4.06%
em relação à semana passada fechando aos 57.012 pontos. Houve rompimento de
topo anterior de out/2013 com volume acima da média. Próxima parada para cima está na casa dos 57.098 pontos e para baixo os 52.709 pontos.
A bolsa tem se demonstrado o investimento mais valorizado tanto no mês quanto no ano.
Vários analistas, jornais colocaram
a razão desta subida na conta da divulgação das pesquisas eleitorais que
demonstraram aumento de força da oposição ao governo Dilma Rousseff. Como a
economia não está crescendo (representado pelo PIB), a inflação está alta
(+6.52%) e as pesquisas têm demonstrado que a indústria está mais tendendo a demitir
que admitir, qualquer esperança de mudança traz euforia ao mercado, e essa esperança
parece estar mais no lado da oposição do que na situação.
Destaques da maiores altas e baixas no período semanal:
Destaques da maiores altas e baixas no período semanal:
Marcadores:
CDI,
Dolar,
IBOV,
IPCA,
Ouro,
Poupança,
Risco Brasil,
Risco País,
SELIC
sábado, 12 de julho de 2014
IBOV - Semana 28 - 2014
O #IBOV fechou a semana aos 54.785 pontos, uma alta de +1.35% em relação à semana anterior. Várias publicações creditaram essa alta devido ao chocolate que a seleção brasileira de futebol levou da seleção alemã (7x1) no novo estádio do Mineirão na terça-feira e que isso pode levar à queda de popularidade da candidata a reeleição a presidência da república a Sra. Dilma Rousseff.
O #IBOV vem como destaque de rentabilidade no ano, só que seguido de perto pelo Ouro e pelo CDI.
No gráfico semanal abaixo vemos que o IBOV está numa região que pode oferecer resistência, além de uma divergência de baixa entre os preços e o indicador +DI, e do sinal de fraqueza do ADX nesta última pernada de alta. Vem pra baixo contaminado com os problemas da Argentina e do banco português? #Whoknows ?
Outro fato relevante da semana foi a publicação na minuta do FED que confirmou que os estímulos quantitativos acabam em outubro, mas ainda sem qualquer indicação sobre aumento da taxa de juros (cujas expectativas é de que seja em 2015). Uma coisa é o fim dos estímulos, ou seja, parar de entrar dinheiro novo no mercado. Outra fase é a retirada dos trilhões que inundam mensalmente o mercado desde a crise de 2008. Se os juros reais brasileiros já estão altos agora, com essa farra de liquidez, imagine quando os EUA começarem a enxugar!? É hora do investidor começar a olhar para a renda fixa, títulos do governo, fundos cambiais como alternativas de investimentos também.
Destaques das ações que mais subiram e caíram nos últimos 5 pregões (fonte: Exame)
As 20 maiores empresas listadas na bolsa, ordenadas por valor de mercado. Destaque para Ambev maior que Petro:
No mundo real, inflação alta e baixo crescimento da economia. A inflação acumulada nos últimos 12 meses está em 6.52%, ou seja, acima da “máxima” prevista pelo governo (lembrando que a meta é 4.5%aa). Nesta semana o mercado financeiro baixou novamente a estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano conforme o boletim Focus, do Banco Central. A estimativa dos analistas para o Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 1,10% para 1,07%, sendo a sexta semana consecutiva de queda neste indicador.
O Índice de Confiança da Indústria publicado pela FGV está em seu menor nível histórico (87.2 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade Instalada está em 83.5%, seu menor nível desde nov/2011.
A Sondagem da Indústria de Transformação divulgada 30/06, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) mostrava a tendência de mais demissões que admissões. O indicador de emprego previsto foi de 94,8 pontos, o pior resultado desde maio de 2009, quando atingiu 94,3 pontos. Entre os setores que se mostraram mais propensos a desligar do que contratar funcionários, estão: Metalurgia, Mecânica, Material de Transporte, Mobiliário, Química, Produtos de matérias plásticas, Têxtil, Vestuário e Calçados. No caso da metalurgia o indicador está "péssimo", com 70 pontos, ou seja, 30 pontos porcentuais a mais de empresas dizendo que o quadro de funcionários iria diminuir.
Um dos motores da economia brasileira, a indústria automobilística, está temporariamente desligado por conta dos estoques elevados e do baixo ritmo de vendas, que foi reduzido ainda mais por conta da copa. A GM que parou sua linha de produção de São José dos Campos, São Caetano e Gravataí deve retornar a partir das próximas semanas.
Por falar em montadoras, vejam o ajuste efetuado pela ANFAVEA em suas projeções depois da extensão do benefício de IPI reduzido:
- Emplacamentos: de alta de 1,1% para queda de 5,4%
- Produção: de alta de 1,4% para queda de 10%
- Exportações: de alta de 1,6% para queda de 29,1%
Então, qual será o poder de fogo dessa redução de IPI ?
Cenário desafiador para o próximo presidente do Brasilsilsil.
O #IBOV vem como destaque de rentabilidade no ano, só que seguido de perto pelo Ouro e pelo CDI.
No gráfico semanal abaixo vemos que o IBOV está numa região que pode oferecer resistência, além de uma divergência de baixa entre os preços e o indicador +DI, e do sinal de fraqueza do ADX nesta última pernada de alta. Vem pra baixo contaminado com os problemas da Argentina e do banco português? #Whoknows ?
Outro fato relevante da semana foi a publicação na minuta do FED que confirmou que os estímulos quantitativos acabam em outubro, mas ainda sem qualquer indicação sobre aumento da taxa de juros (cujas expectativas é de que seja em 2015). Uma coisa é o fim dos estímulos, ou seja, parar de entrar dinheiro novo no mercado. Outra fase é a retirada dos trilhões que inundam mensalmente o mercado desde a crise de 2008. Se os juros reais brasileiros já estão altos agora, com essa farra de liquidez, imagine quando os EUA começarem a enxugar!? É hora do investidor começar a olhar para a renda fixa, títulos do governo, fundos cambiais como alternativas de investimentos também.
Destaques das ações que mais subiram e caíram nos últimos 5 pregões (fonte: Exame)
As 20 maiores empresas listadas na bolsa, ordenadas por valor de mercado. Destaque para Ambev maior que Petro:
No mundo real, inflação alta e baixo crescimento da economia. A inflação acumulada nos últimos 12 meses está em 6.52%, ou seja, acima da “máxima” prevista pelo governo (lembrando que a meta é 4.5%aa). Nesta semana o mercado financeiro baixou novamente a estimativa de crescimento da economia brasileira neste ano conforme o boletim Focus, do Banco Central. A estimativa dos analistas para o Produto Interno Bruto (PIB) caiu de 1,10% para 1,07%, sendo a sexta semana consecutiva de queda neste indicador.
O Índice de Confiança da Indústria publicado pela FGV está em seu menor nível histórico (87.2 pontos). O Nível de Utilização da Capacidade Instalada está em 83.5%, seu menor nível desde nov/2011.
A Sondagem da Indústria de Transformação divulgada 30/06, pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre/FGV) mostrava a tendência de mais demissões que admissões. O indicador de emprego previsto foi de 94,8 pontos, o pior resultado desde maio de 2009, quando atingiu 94,3 pontos. Entre os setores que se mostraram mais propensos a desligar do que contratar funcionários, estão: Metalurgia, Mecânica, Material de Transporte, Mobiliário, Química, Produtos de matérias plásticas, Têxtil, Vestuário e Calçados. No caso da metalurgia o indicador está "péssimo", com 70 pontos, ou seja, 30 pontos porcentuais a mais de empresas dizendo que o quadro de funcionários iria diminuir.
Um dos motores da economia brasileira, a indústria automobilística, está temporariamente desligado por conta dos estoques elevados e do baixo ritmo de vendas, que foi reduzido ainda mais por conta da copa. A GM que parou sua linha de produção de São José dos Campos, São Caetano e Gravataí deve retornar a partir das próximas semanas.
Por falar em montadoras, vejam o ajuste efetuado pela ANFAVEA em suas projeções depois da extensão do benefício de IPI reduzido:
- Emplacamentos: de alta de 1,1% para queda de 5,4%
- Produção: de alta de 1,4% para queda de 10%
- Exportações: de alta de 1,6% para queda de 29,1%
Então, qual será o poder de fogo dessa redução de IPI ?
Cenário desafiador para o próximo presidente do Brasilsilsil.
Marcadores:
CDI,
Dolar,
FGV,
IBOV,
Ibovespa,
ICI,
Inflação,
IPCA,
Ouro,
Risco Brasil,
Risco País,
SELIC
sábado, 5 de julho de 2014
IBOV - Semana 27 - 2014
O IBOV fechou a semana 27 em alta em relação a semana passada, com valorização de 1.69% aos 54.055 pontos e próximo a linha superior do canal de baixa. O indicador ADX vem caindo nesta última perna de alta e deixa a dúvida se o movimento está perdendo força ou tomando fôlego para romper os topos anteriores. Além disso, o volume também se apresentou abaixo da média neste movimento (outro sinal de fraqueza!?).
No ano, por enquanto, o destaque de valorização vai para o CDI com +5.14% seguido pelo IBOV com +4.95%. No lado negativo o destaque está com o dolar ptax (-5.45%) e o USDBRL com -6.35%.
A inflação no ano está por volta dos +3.68% e o acumulado nos últimos 12 meses em 6.46%.
A SELIC acumulada nos últimos 12 meses (+9,8%) + o Risco País (+2.05%) está em 11.85% e a LTN 010117 está pagando 11.53%.
Marcadores:
CDI,
Dolar,
IBOV,
Inflação,
IPCA,
Ouro,
Poupança,
Risco Brasil,
Risco País,
SELIC
sexta-feira, 4 de julho de 2014
Usiminas - USIM5
O ramo do aço plano , além de ser uma commoditie, tem excesso de oferta, aumento de capacidade o que torna o setor num "oceano vermelho" pela briga de baixo custo e elevado volume de vendas. Um dos grandes consumidores destes produtos são as empresas montadoras de veículos e as de Autopeças. As primeiras estão oferecendo carros a preços de custo e as segundas já vêm sofrendo com a concorrência de produtos asiáticos mais baratos e prontos pra uso.
Para se ter uma ideia do reflexo deste cenário, segue alguns indicadores fundamentalistas:
USIM5 CSNA3 GGBR4
Margem Bruta % 14 30.1 13.4
Margem Líquida % 2.8 3.2 4.8
ROE % 1.2 7.4 6.1
Liq. Corr. 1.88 2.4 2.6
Div. Bruta/Patrim 0.4 3.8 0.6
Ou seja, Usiminas e Gerdau não conseguem performar acima da inflação, enquanto CSN fica um pouco acima, reflexo do que postamos acima e da consequência de margens decrescentes ao longo dos últimos anos.
As ações da USIM5 saíram de um fechamento de $38.52 em maio/08 chegando a 6.32 em junho/12, uma queda de -83.59%.
Mesmo assim, o gráfico atual da Usiminas está interessante. Parece ter formado um canal de alta e está próximo a banda inferior. O mês está apenas começando, mas se USIM5 conseguir superar o $8.38 fica interessante, porém o stop loss fica longo, abaixo do 7.48 (-10.97%). O alvo seria a região dos 14.00 (+66.87%).
#Whoknows ?
Para se ter uma ideia do reflexo deste cenário, segue alguns indicadores fundamentalistas:
USIM5 CSNA3 GGBR4
Margem Bruta % 14 30.1 13.4
Margem Líquida % 2.8 3.2 4.8
ROE % 1.2 7.4 6.1
Liq. Corr. 1.88 2.4 2.6
Div. Bruta/Patrim 0.4 3.8 0.6
Ou seja, Usiminas e Gerdau não conseguem performar acima da inflação, enquanto CSN fica um pouco acima, reflexo do que postamos acima e da consequência de margens decrescentes ao longo dos últimos anos.
As ações da USIM5 saíram de um fechamento de $38.52 em maio/08 chegando a 6.32 em junho/12, uma queda de -83.59%.
Mesmo assim, o gráfico atual da Usiminas está interessante. Parece ter formado um canal de alta e está próximo a banda inferior. O mês está apenas começando, mas se USIM5 conseguir superar o $8.38 fica interessante, porém o stop loss fica longo, abaixo do 7.48 (-10.97%). O alvo seria a região dos 14.00 (+66.87%).
#Whoknows ?
terça-feira, 1 de julho de 2014
Desemprego na Zona do Euro
A taxa de desemprego mede a porcentagem do total da força de trabalho que se encontra desempregada e que esteve ativamente procurando emprego durante o mês anterior.
Uma taxa acima do esperado pode ser um sinal negativo para a Zona do Euro, enquanto que uma leitura abaixo do esperado deve ter um impacto positivo.
Como demonstrado no gráfico a taxa vem apresentando queda desde o fim de 2013 e atualmente se encontra na faixa dos 11.6% e estável enquanto que o esperado era um pouco acima (11.7%). Essa taxa representa cerca de 18.5 milhões de pessoas desempregadas na Zona do Euro em maio/14. No mês anterior eram 28 milhões desempregados enquanto que no mesmo período do ano anterior houve queda de 1.3 milhões.
As menores taxas foram encontradas na Áustria (4.7%), Alemanha (5.1%)
e Malta (5.7%), e as maiores na Grécia (26.8% em março/14) e Espanha (25.1%). Veja quadro abaixo.
Fonte: Eurostat ; Investing.com
Uma taxa acima do esperado pode ser um sinal negativo para a Zona do Euro, enquanto que uma leitura abaixo do esperado deve ter um impacto positivo.
Como demonstrado no gráfico a taxa vem apresentando queda desde o fim de 2013 e atualmente se encontra na faixa dos 11.6% e estável enquanto que o esperado era um pouco acima (11.7%). Essa taxa representa cerca de 18.5 milhões de pessoas desempregadas na Zona do Euro em maio/14. No mês anterior eram 28 milhões desempregados enquanto que no mesmo período do ano anterior houve queda de 1.3 milhões.As menores taxas foram encontradas na Áustria (4.7%), Alemanha (5.1%)
e Malta (5.7%), e as maiores na Grécia (26.8% em março/14) e Espanha (25.1%). Veja quadro abaixo.
Fonte: Eurostat ; Investing.com
quarta-feira, 18 de junho de 2014
RATINGS
O QUE SÃO?
Segundo a Moody´s é uma opinião sobre
a capacidade e vontade de um emissor
de fazer pagamentos pontuais num
instrumento de dívida durante a vida útil do instrumento.
Segundo a Standard & Poor´s é
uma opinião
sobre a capacidade de crédito geral
de um devedor, ou a sua capacidade de crédito relativa a um título de dívida
específico ou outra obrigação financeira.
Na definição da Fitch são opiniões
sobre a qualidade relativa de crédito
e não previsões de probabilidade de inadimplência específica. São uma medida relativa de
risco de vulnerabilidade à inadimplência e não sugere ou
transmite uma estatística específica sobre a probabilidade de inadimplência
No geral, as três agências divulgam que os
ratings não são recomendação de compra, venda ou manutenção de qualquer título.
Na tabela abaixo pode-se ver o resumo das análises realizadas pelas agências. As letras são utilizadas para diferenciar o grau de vulnerabilidade das instituições/investimentos avaliados. Quanto mais acima na tabela melhor a avaliação e portanto menos vulnerável em relação aos que recebem notas mais abaixo da tabela.
Por exemplo, um investidor quer aplicar seu dinheiro em renda fixa e se depara com a seguinte situação: o mesmo produto (uma LCI), pagando o mesmo rendimento (93% do CDI) de instituições diferentes, a "X" que tem nota AA S&P e uma "Y" que tem nota "A" Fitch. Olhando na tabela abaixo, os dois possuem grau de investimento, porém o "X" recebeu uma avaliação melhor que o "Y", dando a entender que é menos vulnerável e que portanto seria um investimento teoricamente "mais seguro".
Resumo Geral das Opiniões Refletidas pelos Ratings da Standard & Poor’s:
AAA: Capacidade extremamente forte para honrar compromissos financeiros. Rating mais alto.
AA: Capacidade muito forte para honrar compromissos financeiros.
A: Forte capacidade para honrar compromissos financeiros, porém é de alguma forma suscetível a condições econômicas adversas e a mudanças circunstanciais.
BBB: Capacidade adequada para honrar compromissos financeiros, porém mais sujeito a condições econômicas adversas.
BBB-:Considerado o nível mais baixo da categoria de grau de investimento pelos participantes do mercado.
BB+: Considerado o nível mais alto da categoria de grau especulativo pelos participantes do mercado.
BB: Menos vulnerável no curto prazo, porém enfrenta atualmente grande suscetibilidade a condições adversas de negócios, financeiras e econômicas.
B: Mais vulnerável a condições adversas de negócios, financeiras e econômicas, porém atualmente apresenta capacidade para honrar compromissos financeiros.
CCC: Atualmente vulnerável e dependente de condições favoráveis de negócios, financeiras e econômicas para honrar seus compromissos financeiros.
CC: Atualmente fortemente vulnerável.
C: Um pedido de falência foi registrado ou ação similar impetrada, porém os pagamentos das obrigações financeiras continuam sendo realizados.
D: Inadimplente em seus compromissos financeiros.
Ratings de AA a CCC podem ser modificados mediante a adição de um sinal de mais (+) ou de (-) para demonstrar sua posição relativa dentro de uma categoria mais ampla de ratings.
Escalas Nacionais
Os ratings Nacionais foram desenvolvidos para utilização principalmente nos mercados emergentes com ratings soberanos em grau especulativo ou não investimento ou com baixo grau de investimento. Com pouco ou nenhum histórico de inadimplência de emissores ou emissões classificadas nestes mercados, os ratings Nacionais foram projetados apenas para indicar relativa capacidade creditícia destes emissores ou emissões.
•Escala da Fitchs: https://www.fitchratings.com.br/pages/map_ratings
•Escala S&P: http://www.standardandpoors.com/servlet/BlobServer?blobheadername3=MDT-Type&blobcol=urldata&blobtable=MungoBlobs&blobheadervalue2=inline%3B+filename%3DBrazilNationalScale_PORT.pdf&blobheadername2=Content-Disposition&blobheadervalue1=application%2Fpdf&blobkey=id&blobheadername1=content-type&blobwhere=1244365572086&blobheadervalue3=UTF-8
Outros exemplos de classificações das agências de ratings:
No site da BM&F Bovespa você pode acessar os ratings de instrumentos de renda fixa emitido pelas empresas.
É só clicar aqui.
Para conhecer um pouco mais das agências de ratings clique abaixo:
•Moody´s
•Standard & Poor´s
•Fitch
•Wikipedia: http://pt.wikipedia.org/wiki/Classifica%C3%A7%C3%A3o_de_cr%C3%A9dito
•Tabela Geral: http://visao.sapo.pt/tabela-ratings=f557041
terça-feira, 17 de junho de 2014
Clubes de Investimentos
O que são?

São condomínios constituídos por pessoas físicas para a aplicação de recursos comuns em títulos e valores mobiliários, tais como ações, títulos públicos entre outros.
Deve ser constituído por no mínimo 3 e no máximo 50
(cinquenta) cotistas.
Nenhum investidor pode deter mais do que 40% das cotas.
O Clube de Investimento deve possuir, no mínimo, 67% (sessenta e sete por cento) de seu patrimônio líquido investido em:
- Ações;
- Bônus de
subscrição;
- Debêntures conversíveis
em ações, de emissão de companhias abertas;
- Recibos de subscrição;
- Cotas de fundos de
índices de ações negociados em mercado organizado; e
- Certificados de depósitos
de ações.
O que exceder a porcentagem de 67% (sessenta e sete por
cento) pode ser aplicado em:
- Outros valores mobiliários
de emissão de companhias abertas;
- Cotas de fundos de
investimento das classes “Curto Prazo”, “Referenciado” e “Renda Fixa”;
- Títulos públicos
federais;
- Títulos de
responsabilidade de instituição financeira; e
- Compra de opções.
Um dos principais objetivos do Clube de Investimento é ser um instrumento de aprendizado para o pequeno investidor e um canal de acesso ao mercado de capitais.
Como criar o seu Clube de Investimento?
Você vai precisar de um administrador - que deve ser uma
Corretora, uma distribuidora de títulos ou um banco com carteira de
investimento. A Instituição escolhida cuidará de todos os documentos e dos
registros legais e vai zelar pelo bom funcionamento do clube.
Quantidade de Clubes
de Investimento
Conforme registros no site da BMF & Bovespa, o primeiro Clube
de Investimento foi registrado em 04/07/1983 e chama-se “Clube de Investimento
Patrimônio”. De lá pra cá vários Clubes foram abertos e outros tantos cancelados.
No total existem 5.513 clubes listados, dos quais 1.640 estão ativos (30%) e 3.873
foram cancelados (70%); administrados por 210 Agentes, dos quais 73 ainda
permanecem com pelo menos 1 Clube ativo.
Abaixo lista com 20 agentes ordenados pelo número
de Clubes ativos liderados pela "XP", "UM", "Geração Futuro" e "Spinelli":
![]() |
Tributação
O clube é isento do Imposto de Renda, mas os cotistas pagam IR
na fonte no momento do resgate de suas cotas. O imposto incide somente sobre o
valor de resgate, quando houver ganhos, de 15% sobre a rentabilidade.
Os resgates efetuados em prazo inferior a 30 dias, a contar da data de aplicação, estão sujeitos a cobrança de IOF.
No investimento direto em Bolsa, o investidor deve pagar imposto na fonte sobre vendas acima de R$ 20.000,00/mês.
Regulamentos
Existem algumas regras que devem ser observadas e atendidas.
Veja o regulamento que estabelece as regras e procedimentos de
registro, organização e funcionamento dos Clubes de Investimento em:
segunda-feira, 16 de junho de 2014
ESTUPIDEZ ARTIFICIAL
Um título forte para um projeto de pesquisa no MIT, mas é nisto que o professor e gestor de fundos de investimentos Andrew Lo está trabalhando atualmente.
Neste vídeo entrevista de 02/05/14 com Consuelo Mack da Wealthtrack, Lo comenta que entender como os investidores cometem erros automaticamente e como seus portfólios de investimentos estão sujeitos a estes erros é um modo para se chegar a um “antídoto” para nos tornar “mais espertos”.
Comenta que todos nós vamos perder dinheiro com investimentos (se já não perdemos). Só a título de exercício quantos de nós já não comprou algo na máxima (mais caro) e depois vendeu na mínima (mais barato)?
O projeto de pesquisa tenta identificar as tendências naturais dos indivíduos e compará-las com resultados a fim de verificar quando essas tendências foram benéficas e quando foram prejudiciais. Identificar o que é a estupidez artificial e tentar fazer o oposto.
No projeto identificou 11 tipos diferentes de cognição humana que são prejudiciais para os investimentos e comenta que um dos maiores erros é demorar demais para sair de uma posição perdedora após uma grande queda do mercado, pois além de fazê-lo perder capital isso faz com que demore mais tempo para voltar a ter confiança e reinvestir seu dinheiro, podendo fazê-lo perder grandes oportunidades.
Um antídoto para este comportamento é estabelecer o rebalanceamento automático/periódico a fim de evitar reagir emocionalmente à volatilidade do mercado.
Lo é a favor da diversificação, mas alerta que o investidor deve analisar sua tolerância a perdas/riscos e montar um portfólio compatível com seus objetivos, necessidades, idade, tolerância a falta de liquidez e circunstâncias. A cesta de investimentos pode incluir (mas não se limitar a): ações, contratos futuros, ETFs, Títulos públicos, moedas, commodities.
Não é possível prever as catástrofes, mas é importante saber identificar se o ambiente de mercado está normal (volatilidade média) ou anormal (volatilidade alta/acima da média), pois em tais ambientes as ações podem não ser bons negócios para se expor ou deve-se reduzir esta exposição.
#Ficaadica: assista a entrevista em inglês em http://www.youtube.com/watch?v=tMutcOTeSaY
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Andrew Lo, professor de finanças e diretor do laboratório de engenharia financeira no MIT Sloan School Of Management (http://www.argentumlux.org/home-42.html ), e Chairman & Chief Investment Strategist do Alphasimplex Group (http://www.alphasimplex.com/)
Neste vídeo entrevista de 02/05/14 com Consuelo Mack da Wealthtrack, Lo comenta que entender como os investidores cometem erros automaticamente e como seus portfólios de investimentos estão sujeitos a estes erros é um modo para se chegar a um “antídoto” para nos tornar “mais espertos”.
Comenta que todos nós vamos perder dinheiro com investimentos (se já não perdemos). Só a título de exercício quantos de nós já não comprou algo na máxima (mais caro) e depois vendeu na mínima (mais barato)?
O projeto de pesquisa tenta identificar as tendências naturais dos indivíduos e compará-las com resultados a fim de verificar quando essas tendências foram benéficas e quando foram prejudiciais. Identificar o que é a estupidez artificial e tentar fazer o oposto.
No projeto identificou 11 tipos diferentes de cognição humana que são prejudiciais para os investimentos e comenta que um dos maiores erros é demorar demais para sair de uma posição perdedora após uma grande queda do mercado, pois além de fazê-lo perder capital isso faz com que demore mais tempo para voltar a ter confiança e reinvestir seu dinheiro, podendo fazê-lo perder grandes oportunidades.
Um antídoto para este comportamento é estabelecer o rebalanceamento automático/periódico a fim de evitar reagir emocionalmente à volatilidade do mercado.
Lo é a favor da diversificação, mas alerta que o investidor deve analisar sua tolerância a perdas/riscos e montar um portfólio compatível com seus objetivos, necessidades, idade, tolerância a falta de liquidez e circunstâncias. A cesta de investimentos pode incluir (mas não se limitar a): ações, contratos futuros, ETFs, Títulos públicos, moedas, commodities.
Não é possível prever as catástrofes, mas é importante saber identificar se o ambiente de mercado está normal (volatilidade média) ou anormal (volatilidade alta/acima da média), pois em tais ambientes as ações podem não ser bons negócios para se expor ou deve-se reduzir esta exposição.
#Ficaadica: assista a entrevista em inglês em http://www.youtube.com/watch?v=tMutcOTeSaY
------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Andrew Lo, professor de finanças e diretor do laboratório de engenharia financeira no MIT Sloan School Of Management (http://www.argentumlux.org/home-42.html ), e Chairman & Chief Investment Strategist do Alphasimplex Group (http://www.alphasimplex.com/)
IBOV - Semana 24 - 2014
O IBOV fechou a semana 24 de 2014 com alta de +3.16% em relação a semana anterior. Se aproxima da borda superior do canal de baixa (em laranja), onde pode oferecer área de realização, principalmente porque faltou volume acima da média.
No ano e no mês a maior rentabilidade é do IBOV (dos índices acompanhados). No lado negativo está o dólar tanto no mês quanto no ano.
Como alguns economistas vêm comentando, estamos num período de baixo crescimento com inflação na banda superior. Como indicado no gráfico o Banco Central não deve ter aumentado a SELIC na última reunião do COPOM por acreditar que o recuo no crescimento do PIB faça com que a inflação recue. Vamos acompanhar, pois se for isso mesmo e o Governo começar a reduzir os juros, este pode ser um bom momento para entrada em títulos públicos mistos (NTNBs) e nas LCI/LCAs pré-fixadas (mas fiquem atentos as taxas ofertadas e os critérios de liquidez).
No ano e no mês a maior rentabilidade é do IBOV (dos índices acompanhados). No lado negativo está o dólar tanto no mês quanto no ano.
Como alguns economistas vêm comentando, estamos num período de baixo crescimento com inflação na banda superior. Como indicado no gráfico o Banco Central não deve ter aumentado a SELIC na última reunião do COPOM por acreditar que o recuo no crescimento do PIB faça com que a inflação recue. Vamos acompanhar, pois se for isso mesmo e o Governo começar a reduzir os juros, este pode ser um bom momento para entrada em títulos públicos mistos (NTNBs) e nas LCI/LCAs pré-fixadas (mas fiquem atentos as taxas ofertadas e os critérios de liquidez).
sexta-feira, 13 de junho de 2014
ALLL3
No gráfico semanal a ALLL3 parece interessante. Entrada por volta dos $8.79, stop por volta dos $7.76 (Risco de $1.03) e alvos em topos anteriores e na projeção alternada de Fibo.
Graficamente interessante, chances parecem boas, mas o Sr Mercado é que decide pra que lado vai. #Whoknows ?
Graficamente interessante, chances parecem boas, mas o Sr Mercado é que decide pra que lado vai. #Whoknows ?
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Resumo do dia e Posição das Corretoras
*Site com resumo do dia em relação as ações/opções mais/menos valorizadas e as mais/menos negociadas:
http://www1.cedrofinances.com.br/opMarketResume.cedro
*Link trazendo a posição das corretoras por ativos. Neste link está a PETR4
http://www1.cedrofinances.com.br/playersQuote.cedro?p=petr4
http://www1.cedrofinances.com.br/opMarketResume.cedro
*Link trazendo a posição das corretoras por ativos. Neste link está a PETR4
http://www1.cedrofinances.com.br/playersQuote.cedro?p=petr4
TÍTULOS PÚBLICOS - TESOURO DIRETO
Resumo com fins didáticos sobre os títulos públicos oferecidos no site do Tesouro Direto. Para informações oficiais consulte sempre o site : https://www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto .
No geral, os títulos públicos podem ser considerados investimentos de renda fixa para aquele investidor que ficar com o título até o vencimento. Assim, receberá a taxa prá-definida (no caso dos títulos pré) ou a variação do indexador escolhido (títulos pós e mistos).
Para não ter surpresas, o investidor deve estudar e definir qual título é mais indicado para o seu perfil, necessidades e objetivos antes de investir. Descubra mais no tópico VAriação dos Preços dos Títulos (no final) ou em http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/perfil_investimento_novosite.asp
CUSTOS
As alíquotas de imposto de renda são aplicadas sobre os rendimentos na venda antecipada, nos vencimentos dos títulos e no pagamento de cupons ocorridos nos intervalos de tempo indicados, após a aplicação inicial.
IOF
Além do IR tem também o IOF regressivo para movimentações antes de 30 dias da aplicação, mas estes não incidem nos cupons de juros.
TAXA DE CUSTÓDIA
Há também a taxa de custódia de 0,30% a.a. sobre o valor dos títulos, cobrada pela BMF&Bovespa, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Esta taxa é provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra (D+2). Por ser provisionada diariamente, é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título, e é cobrada até o saldo de R$1.500.000,00 por conta de custódia.
TAXA DA CORRETORA
Pode haver também uma taxa cobrada pela corretora, que pode ser cobrada anualmente e/ou por operação. Se informe antes de investir pois isso pode impactar nos seus resultados finais. Há corretora que cobram mais e outras que até isentam essas taxas. ara saber quais são pesquise em : http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos_novosite/consulta_ranking.asp
VARIAÇÃO DO PREÇO DOS TÍTULOS
De um modo geral, um aumento na taxa de juros de mercado faz o valor dos títulos públicos diminuírem e quando as taxas de juros caem o valor dos títulos sobe.
Por conta disso o investimento em títulos públicos podem ser considerados de renda fixa se o investidor carregar os títulos até o vencimento. Caso contrário, no momento do resgate antecipado ele pode ter uma rentabilidade acima ou até abaixo do contratado. O investidor deve estudar e entender melhor a dinâmica de formação dos preços dos títulos antes de investir. Para aqueles que querem conhecer um pouco mais tem material no próprio site do Tesouro :
http://www3.tesouro.gov.br/legislacao/download/divida/decretos/Bonds_Versao_portugues_atualizado_Revisado.pdf
ou
http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/download/precificacao.pdf
ou
http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/download/edesp_ima_tpf.pdf
Aqui fica a recomendação para um curso que achei bem interessante com possibilidades de troca de idéias além de tirar dúvidas: http://carteirarica.com.br/renda-fixa-e-curso-tesouro-direto/
TÍTULOS DISPONÍVEIS PARA COMPRA
Os títulos disponíveis para compra e seus respectivos preços, vencimentos e taxas estão disponíveis em: http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos_novosite/consultatitulos.asp
RENTABILIDADES
As rentabilidades diárias, mensais e anuais dos títulos podem ser acompanhadas na página:
http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/rentabilidade_novosite.asp
HISTÓRICO DE PREÇOS E ESTATÍSTICAS
O histórico de preços, taxas bem como estatísticas dos títulos públicos do tesouro direto podem ser baixados em planilha excel no link: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/balanco-e-estatisticas
Bons investimentos.
.
No geral, os títulos públicos podem ser considerados investimentos de renda fixa para aquele investidor que ficar com o título até o vencimento. Assim, receberá a taxa prá-definida (no caso dos títulos pré) ou a variação do indexador escolhido (títulos pós e mistos).
Para não ter surpresas, o investidor deve estudar e definir qual título é mais indicado para o seu perfil, necessidades e objetivos antes de investir. Descubra mais no tópico VAriação dos Preços dos Títulos (no final) ou em http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/perfil_investimento_novosite.asp
CUSTOS
As alíquotas de imposto de renda são aplicadas sobre os rendimentos na venda antecipada, nos vencimentos dos títulos e no pagamento de cupons ocorridos nos intervalos de tempo indicados, após a aplicação inicial.
IOF
Além do IR tem também o IOF regressivo para movimentações antes de 30 dias da aplicação, mas estes não incidem nos cupons de juros.
TAXA DE CUSTÓDIA
Há também a taxa de custódia de 0,30% a.a. sobre o valor dos títulos, cobrada pela BMF&Bovespa, referente aos serviços de guarda dos títulos e às informações e movimentações dos saldos. Esta taxa é provisionada diariamente a partir da liquidação da operação de compra (D+2). Por ser provisionada diariamente, é cobrada proporcionalmente ao período em que o investidor mantiver o título, e é cobrada até o saldo de R$1.500.000,00 por conta de custódia.
TAXA DA CORRETORA
Pode haver também uma taxa cobrada pela corretora, que pode ser cobrada anualmente e/ou por operação. Se informe antes de investir pois isso pode impactar nos seus resultados finais. Há corretora que cobram mais e outras que até isentam essas taxas. ara saber quais são pesquise em : http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos_novosite/consulta_ranking.asp
VARIAÇÃO DO PREÇO DOS TÍTULOS
De um modo geral, um aumento na taxa de juros de mercado faz o valor dos títulos públicos diminuírem e quando as taxas de juros caem o valor dos títulos sobe.
Por conta disso o investimento em títulos públicos podem ser considerados de renda fixa se o investidor carregar os títulos até o vencimento. Caso contrário, no momento do resgate antecipado ele pode ter uma rentabilidade acima ou até abaixo do contratado. O investidor deve estudar e entender melhor a dinâmica de formação dos preços dos títulos antes de investir. Para aqueles que querem conhecer um pouco mais tem material no próprio site do Tesouro :
http://www3.tesouro.gov.br/legislacao/download/divida/decretos/Bonds_Versao_portugues_atualizado_Revisado.pdf
ou
http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/download/precificacao.pdf
ou
http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/download/edesp_ima_tpf.pdf
Aqui fica a recomendação para um curso que achei bem interessante com possibilidades de troca de idéias além de tirar dúvidas: http://carteirarica.com.br/renda-fixa-e-curso-tesouro-direto/
TÍTULOS DISPONÍVEIS PARA COMPRA
Os títulos disponíveis para compra e seus respectivos preços, vencimentos e taxas estão disponíveis em: http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/consulta_titulos_novosite/consultatitulos.asp
RENTABILIDADES
As rentabilidades diárias, mensais e anuais dos títulos podem ser acompanhadas na página:
http://www3.tesouro.gov.br/tesouro_direto/rentabilidade_novosite.asp
HISTÓRICO DE PREÇOS E ESTATÍSTICAS
O histórico de preços, taxas bem como estatísticas dos títulos públicos do tesouro direto podem ser baixados em planilha excel no link: https://www.tesouro.fazenda.gov.br/pt/balanco-e-estatisticas
Bons investimentos.
.
Marcadores:
Carteira Rica,
Estudo,
IGPM,
Imposto de Renda,
IOF,
LFT,
LTN,
NTN B,
NTN C,
O que é,
SELIC,
Tesouro Direto,
Titulos do Governo,
Titulos Publicos
segunda-feira, 9 de junho de 2014
IBOV - Semana 23 - 2014
IBOV teve uma boa semana de alta com +3.69 em relação a anterior. No ano o CDI permanece mais valorizado com acumulada de +4.33%. O indicador Selic+RO sugere que a taxa Selic deveria estar em torno dos 11.50%aa, mas como é ano de eleição, antes de outubro ou da posse pode ser que o banco central continue confiando que o baixo PIB do país vai segurar a inflação, o que pode não ocorrer.
Assinar:
Postagens (Atom)
































