sábado, 27 de fevereiro de 2021

FECHAMENTO FEVEREIRO 2021



👉Resumo do segundo mês de 2.021 quando tivemos •carnaval de rua cancelado, foi dado sequência na aprovação de •novas vacinas, sequência das •campanhas de vacinação contra o CVD19, mais •lockdowns aqui e ao redor do mundo, •comentários do PR em relação às estatais com direito a queda de 20% das ações da Petrobras em um único dia e •provocações entre USA & OM.


GLOBAL

•Após o fechamento do segundo mês de 2.021 a maioria das bolsas acompanhadas no quadro acumula alta no ano, com exceção da bolsa Brasileira (-7,55%) e da Argentina (-5,46%).

•Destaque de alta para a bolsa do Japão (+5,80%), Canadá (+3,60%), Índia (+2,82%) e Itália (+2,69%).




•Olhando para o range (amplitude entre mínima e máxima cotação) das últimas 52 semanas temos uma posição média de 87,5% (+7,5%), levando-se em conta as 14 bolsas do quadro, sendo o índice DAX o mais próximo da máxima (93,5% do range) e o nosso Ibov o mais afastado (76% do range).

 

(clique nas imagens para ampliar)

 

•No gráfico mensal do Dow Jones Global vemos que fevereiro fechou no positivo (+1,00%) formando um candle de alta, com corpo quase na mesma medida da sombra superior, mas com máxima e mínima cotação acima do mês anterior, não confirmando o padrão anterior da 'shooting star' (ou 'estrela cadente'). Em relação ao oscilador permanece a pergunta : está indicando uma região de 'exaustão' (com posterior movimentação de queda) ou indicação da força do movimento (com possível posterior continuação da alta) !? Por ora, seguiu fazendo novas máximas. A ver como mercado reagirá ao pacote americano e o desdobramentos das ‘provocações’ EUA x OM.

 


•Olhando para o índice NFCI do Fed de Chicago, dados atualizados até sexta-feira 19/02, vemos que as condições financeiras dos EUA estão no lado 'looser' (abaixo de zero, ou seja, mais 'frouxas'/'flexíveis' que a média), sendo que o componente de 'risco' vem se mantendo estável no nível -0,29 desde 15/jan, o componente de 'crédito' no nível -0,23 , o componente de alavancagem em -0,12  (ambos nesses patamares há 2 semanas) e o NFCI em -0,65 (abaixo da semana anterior). Para quem não conhece o indicador, leituras positivas indicam que as condições estão 'tighter' (mais restritas que a média, podendo vir a ocorrer stress financeiro e/ou recessões). As atualizações do índice saem às quartas-feiras, mostrando o resultado acumulando de 105 indicadores até a sexta-feira anterior.



•Olhando para o índice com ajustes macroeconômicos (ANFCI) notamos que o componente de risco reduz de -0,29 para -0,37; o de crédito aumenta de -0,23 para -0,17, o de alavancagem aumenta de -0,12 para -0,09 alterando o índice NFCI de -0,65 para um ANFCI de -0,55 (+0,10) sugerindo que as condições financeiras estão um pouco mais restritivas do que vem sendo historicamente dado os níveis atuais de crescimento e inflação, porém mostra que as condições financeiras permanecem mais flexíveis/frouxas do que a média pelos padrões históricos, dados os níveis atuais de crescimento econômico e inflação - e um pouco mais flexível do que o ANFCI da semana anterior reportada (-0,53).





MOEDAS

Dólar

•Fez máxima e mínima maiores que mês anterior, fechando em alta de +2,01% (assim com o Dollar Index - DXY) cotado a R$ 5,59. No ano acumula +7,59%.

 






Euro

•Fechou fevereiro a R$ 6,75, com alta de +1,63% e deixou máxima e mínima acima do mês anterior. Acumula +5,97% no ano .



Bitcoin

•No momento da 'foto' estava cotado a 46.390,5 dólares, uma alta de +42,49% no mês e +63,17% no ano.


 
 

COMMODITIES

•O Ouro fechou fevereiro a USD 1.736,6, queda de -6,08% e acumula no ano -8,55% fazendo mínima abaixo da anterior.

•A previsão do modelo da Trading Economics para o ouro é de queda para o próximo trimestre, negociando a USD 1.701,44 e a USD 1.606,22 em 12 meses. O modelo vem acertando a 'direção' de queda entre janeiro e fevereiro. A ver nos próximos meses.



•O minério de ferro fecha fevereiro a USD 165,61/ton e acumula alta de 6,27% no ano (jan = 7,89%).

•Previsão do modelo da Trading Economics é de queda para os próximos meses, negociando a USD 159,23 no final do próximo trimestre e USD 141,54 no final de 12 meses. O mês fechou na direção contrária à da previsão para o trimestre. A ver se o modelo acertará no final do período.

 



•O Petróleo fechou fevereiro a USD 64,42 (+17,11%) e acumula alta de +24,48% no ano.

•A previsão do modelo da Trading Economics é de queda para os próximos meses, fechando o trimestre a USD 61,38 e USD 53,11 em 12 meses. O mês andou na direção contrária da previsão do modelo. A ver como se comporta até o final do trimestre.



JUROS

•A taxa Selic Meta permanece nos 2,00%aa, já os juros futuros, apresentaram perfil de alta ao longo dos vencimentos, fechando mais próximo da máxima de 52 semanas que da mínima.




Os (yields dos) bonds americanos de 10 anos agitaram o mercado (ou vice-versa) apresentando uma alta de +38,7% no mês e +54,50% no ano.


 

ÍNDICES SETORIAIS

•Melhor resultado do mês e do ano ficou com o índice de Materiais Básicos (+10,53% ; 10,78%) e o pior com o Imobiliário (-10,11% ; -16,42%).

•Em vídeo, o Presidente da Caixa Federal anunciou o menor juro imobiliário para o início de março. A ver se vai ajudar na recuperação das empresas do setor na bolsa.


IBOVESPA

•Fechou fevereiro aos 110.035 pontos (-4,37%), acumulando no ano -7,55% , deixando outro candle de corpo pequeno, vermelho e sombra longa, uma shooting star (estrela cadente), padrão 'de baixa', mas com topos e fundos ascendentes e acima de uma linha de tendência de alta (LTA).

•O oscilador continua em região de comprado demais. A ver se é um sinal de exaustão com posterior movimentação de queda ou se é um indicativo de força e continuação da movimentação pra cima.


•Das 81 ações que compõem o índice, 22 ações (27%)
acumulam alta no ano (média de +10,88%) e 59 ações (73%) em queda (média de -13,37%).

A Embraer acumula maior alta (38,2%) e BBAS3 a maior queda (-26,8%).




•Abaixo as ações do Ibovespa estão ordenadas por variação % no ano e divididas por setores.

 


•O Ibov indexado pelo ouro (em dólar) chegou a fazer nova máxima e fechou acima do fechamento de janeiro. O oscilador cruzou o nível 50% e segue apontando pra cima, indicando 'possibilidade' de continuar movimentação ascendente.

•Regiões entre 30 e 40 indicaram, no passado, situação de 'vendido demais' (ou sobrevenda), assim como regiões acima de 70 indicaram situação de 'comprado demais' (ou sobrecompra).




SMALL CAPS

•O índice de Small Caps da B3 fechou o mês de fevereiro em queda de -1,84%.

•Acumula no ano
-5,21%, com 25 (-4) ações em alta média de +17,12% (jan: +5,49%) e 76 (+4) ações com queda média de -16,05% (jan: -8,39%).

•A ação de maior variação positiva foi a ROMI3 +73,5% e a maior queda continua a DMMO3 com
-38,8%.

Abaixo o resultado ordenado pela variação %.


SP500

•Fechou o mês aos 3.811 pontos (+2,61% no mês e +1,47% no ano).

•Fez máxima e mínima maiores que do mês anterior, candle de alta, corpo pequeno, sombras maiores que o corpo que podem ser interpretadas como mais 'dúvidas' que 'convicção' dos players. A ver como desenrola por lá caso o pacote fiscal de US$ 1,9 Trilhões (que já passou pela Câmara) seja aprovado pelo Senado.



VIX (Volatilidade)
•Fechou fevereiro com 28 pontos, ou seja, uma queda de 5,1 pontos (
janeiro fechou a 33,1 pontos), acumulando no mês -24,89%.

•O ano acumula 5,2 pontos de alta (22,8 pontos foi o fechamento de 2.020).

•Olhando o histórico recente, está mais próximo da (calmaria) mínima de 52 semanas que (do pânico) da máxima (que foi marcada no fundo de março no SP500 em 2020, quando VIX chegou a bater 85,5 pontos)



            Fonte : CNN


NASDAQ

•Fechou o mês aos 12.909 pontos (+0,93% no mês e +2,36% no ano).

•Fez máxima e mínima maiores que do mês anterior com candle de baixa, corpo pequeno, sombras maiores que o corpo que podem ser interpretadas como mais 'dúvidas' que 'convicção' dos players.

•Diz a lenda que o aumento nos Bonds de 10 anos levaram grande parte da 'culpa' por essa pressão no índice Nasdaq, uma vez que os projetos desenvolvidos por essas empresas de tecnolgia ficam com seus 'valuations' mais 'afetados' pairando dúvidas quanto a entrega/retorno ($) final dos mesmos.


 


 

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👍

 

Que março seja melhor.

 

🙏

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•Versão 5
•1408 palavras
•25 gráficos/tabelas

sábado, 30 de janeiro de 2021

FECHAMENTO JANEIRO 2021


Resumo do primeiro mês de 2.021 quando tivemos o  início das campanhas de vacinação contra o CVD19 ao redor do mundo,  da posse do novo presidente dos EUA além da 'revolta das sardinhas' nos mercados por lá (caso da GameStop).


GLOBAL
O ano de 2.021 começou negativo para a maioria das bolsas acompanhadas no quadro abaixo, com exceção da americana Nasdaq (+1,42%), do Japão (+0,80%) e da China (+0,29%).

A maior queda ficou com a bolsa da Argentina (-5,80%), seguido pela bolsa do Brasil (-3,32%), da Índia (-3,07%) e da Itália (-3,05%).

Olhando para o range (amplitude entre mínima e máxima cotação) das últimas 52 semanas temos uma posição média de 80%, levando-se em conta as 14 bolsas do quadro, sendo o índice SP500 o mais próximo da máxima (90,7% do range) e o FTSE do Reino Unido o mais afastado (57% do range).

(clique nas imagens para ampliar)




No gráfico mensal do Dow Jones Global vemos que janeiro formou um candle do tipo 'shooting star' (ou 'estrela cadente'), que para os 'grafistas' indica um padrão baixista, e o oscilador em região de comprado demais. Em relação ao oscilador fica a pergunta a ser respondida : está indicando uma região de 'exaustão' (com posterior movimentação de queda) ou indicação da força do movimento (com possível posterior continuação da alta) !? A ver como mercado reagirá as campanhas de vacinação ao redor do mundo e a consequente volta (ou não) à 'vida normal'.




MOEDAS
Dólar, Euro e Bitcoin fecharam janeiro em alta.











COMMODITIES
O Ouro começou o ano com queda de -2,63%.



A previsão para o ouro é de queda para o próximo trimestre, negociando a 
USD 1.815,03 e a USD 1.713,45 em 12 meses. A ver nos próximos meses.




O minério de ferro inicia o ano com alta 7,89%.



Previsão da Trading Economics é de queda para os próximos meses, negociando a USD 162,14 no final do próximo trimestre e USD 144,13 no final de 12 meses. A ver se o modelo acertará.




O Petróleo fechou janeiro com alta de +6,30%.



A previsão do modelo da Trading Economics é de queda para os próximos meses, fechando o trimestre a USD 52,92 e USD 45,79 em 12 meses.



JUROS
Por aqui , com a retirada do 'forward guidance' pelo COPOM na última reunião, sinalizou que os juros podem voltar a subir esse ano.

Os DIs Futuros já subiram em relação ao fechamento do ano passado, porém permanecem mais próximos das mínimas que das máximas das ultimas 52 semanas .







ÍNDICES SETORIAIS
Melhor resultado do mês ficou com o índice de Materiais Básicos (+0,23%) e o pior com o Imobiliário (-7,02%).







IBOVESPA
Começa o ano com carteira nova, acumulando -3,32% , deixando um candle de corpo pequeno, vermelho e sombra longa, uma shooting star (estrela cadente), padrão 'de baixa'.

Vemos também o oscilador em região de comprado demais. A leitura desse cenário é a mesma descrita para o indice Dow Jones Global, precisamos ver se é um sinal de exaustão com posterior movimentação de queda ou se é um indicativo de força e continuação da movimentação pra cima.




Das 81 ações que compõem o índice, 21 ações (26%) terminaram com alta (média de +4,5%) e 60 ações (74%) em queda (média de -7,1%).

Abaixo as ações estão ordenadas por variação % com GNDI3 +20,6% e ELET6 -22,3%.



Já o Ibov indexado pelo ouro (em dólar) chegou a fazer nova máxima, mas fechou abaixo do fechamento de dezembro. O oscilador está saindo de região de vendido demais indicando que tem possibilidade de continuar movimentação ascendente.



SMALL CAPS
O índice de Small Caps da B3 fechou o mês de janeiro em queda de -3,43% com 29 ações em alta média de +5,49% e 72 ações com queda média de -8,39%. A ação de maior variação positiva foi a LWSA3 com +27% e a de menor foi a DMMO3 com -30,2%.

Abaixo o resultado ordenado pela variação %.




SP500
Fez máxima e mínima maiores que mês anterior, mas também deixou um candle de corpo pequeno e vermelho com sombras maiores que o corpo, que podem ser interpretados como mais 'dúvidas' que 'convicção' dos players.



NASDAQ
Idem ao SP500 só que o fechamento foi maior que a abertura.



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👍✨ 


Que fevereiro seja melhor.


🙏✨

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quinta-feira, 31 de dezembro de 2020

FECHAMENTO DO ANO DE 2.020


Chegou ao fim o ano de 2.020, mas ainda deu tempo de iniciar a vacinação em alguns países e para um acordo entre o Reino Unido e a União Europeia. 


Abaixo deixo um retrato , um resumo de alguns ativos.


GLOBAL

Com o 'excesso' de liquidez e os juros baixos ao redor do mudo, a renda variável (ações) foi um setor que, no geral, subiu , deixando a entender que teve procura por parte dos investidores.


Das bolsas acompanhadas na tabela abaixo, a americana Nasdaq, a da Argentina, Japão, Índia, SP500 e China as que mais de valorizaram e a do Reino Unido, Rússia, Itália, Austrália fecharam o ano com variação negativa e . A bolsa brasileira fechou o ano acumulada em +2,92%.




clique nas imagens para ampliar )




MOEDAS

Tanto o euro, dólar quanto o Bitcoin fecharam 2.020 com valorização positiva.




O dolar index em região de valores que já serviu de suporte em 2.018. A ver...






COMMODITIES

O Ouro fechou o ano com valorização de +24,88% (em dólar) enquanto que o petróleo apresentou queda de -22,38% (em dólar). O minério de ferro também teve alta voltando negociar em patamares de preços 2.013. A alta foi de +53,59% em Renminbi e cerca de +63,95% em dólar.






JUROS

Fecharam o ano mais próximo da mínima (linha pontilhada vermelha) que da máxima de 52 semanas (linha pontilhada verde).



INDICES SETORIAIS

O de Materiais Básicos foi o destaque positivo, fechando o ano com +50,67%. O destaque negativo foi o Imobiliário com acumulado de -24,22%.




IBOVESPA

O principal índice de ações do Brasil fechou o ano com valorização de +2,92% com 31 ações (40%) em alta, com média de +39,16% e 46 ações (60%) em queda, com média de -22,02%.

Destaque das ações do IBOV que mais se valorizaram em 2.020 : CSNA3 (+126%), WEGE3 (+120%), PRIO3 (+112%), MGLU3 (+109%). No lado negativo destaque para ações : IRBR3 (-76%), COGN3 (-59%), EMBR3 (-55%), CIEL3 (-51%). A lista completa está no quadro abaixo. 





Ibovespa ajustado pelo ouro não chegou a recuperar toda a queda do ano e se encontra em região de preço que já foi resistência no passado. A ver como se desenvolve no ano que vem.


IBOV dolarizado também não recuperou a queda do ano e está longe do topo pré-crise do subprime (2.008).

SMALL CAPS

O índice de Small Caps fechou 2.020 no negativo, cumulando -0,7%. Fora 32 ações (36%) do índice que fecharam o ano em alta, com média de +32,89% e 58 ações (64%) em queda, com média de -28,62%.

Destaque das ações do índice Small Caps que mais se valorizaram foram : CSNA3 (+120%), PRIO3 (+112%), BIDI11 (+112%), BIDI4 (+110%). No lado negativo, destaque para ações : COGN3 (-59%), EMBR3 (-55%), DMMO3 (-51%), MEAL3 (-49%), POSI3 (-49%) e AMAR3 (-48%). 
A lista completa está no quadro abaixo. 




SP500 / NASDAQ




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👍✨ 

Que 2.021 seja um ano melhor que 2.020, principalmente na área da saúde.

🙏✨

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