Escolhi algumas quedas do Ibovespa a partir dos anos 2.000 e medi a distância entre a cotação máxima e minima do movimento. O resumo está no gráfico e na tabela abaixo. A média dessas quedas destacadas foi de 30% com desvio padrão de 11% e 4 meses de duração.
Abaixo uma tabela contendo na primeira coluna uma porcentagem de perda e ao lado quanto o que restou deve valorizar para voltar ao zero-a-zero. Por exemplo, para uma perda de 5% no montante investido seria necessário uma valorização de 5,3% do que restou para voltar ao valor inicial. Para uma perda de 50% seria necessário uma valorização de 100% para voltar ao zero-a-zero.
No caso da queda de 60,2% de 2.008, que levou 5 meses para ocorrer, foi se recuperar somente após 107 meses em set/2.017.
sábado, 17 de agosto de 2019
quinta-feira, 15 de agosto de 2019
ÍNDICE IBOVESPA (IBOV)
APURAÇÃO DOS ÍNDICES
A B3 calcula os índices ao longo do período regular de negociação, a cada intervalo de 30 (trinta) segundos, considerando os preços dos últimos negócios efetuados no mercado a vista (lote-padrão) com ativos componentes de sua carteira.
Os índices podem ser calculados por meio da seguinte fórmula:
Onde:
Índice (t) = valor do índice no instante t.
n = número total de ativos integrantes da carteira teórica do índice.
Pi t = último preço do ativo i no instante t.
Qi t = quantidade do ativo i na carteira teórica no instante t.
alfa = redutor utilizado para adequar o valor total da carteira ao valor de divulgação do índice.
VIGÊNCIA DAS CARTEIRAS
A carteira teórica do índice Ibovespa vale por 4 meses, entrando em vigor na primeira segunda-feira do mês inicial de vigência (ou dia útil imediatamente posterior no caso de nesse dia não haver negociação no segmento BOVESPA).
Ao final de cada quadrimestre, a carteira é rebalanceada.
1) janeiro a abril,
2) maio a agosto
3) setembro a dezembro
PRÉVIAS DAS CARTEIRAS
A B3 divulga regularmente três prévias das novas composições:
1ª) no primeiro dia útil do mês anterior ao de início de vigência da nova carteira;
2ª) no pregão seguinte ao dia 15 desse mês; e
3ª) no último dia de vigência da carteira anterior.
Em situações especiais, a B3 poderá antecipar a divulgação das prévias e/ou realizá-las em outras datas além daquelas previstas neste item.
Ressalta-se que a definição dos ativos que serão incluídos/excluídos das carteiras é determinada com base nos cálculos efetuados para elaboração da terceira prévia das carteiras.
Fonte : Manual de definições e procedimentos dos índices da BM&Fbovespa.
A B3 calcula os índices ao longo do período regular de negociação, a cada intervalo de 30 (trinta) segundos, considerando os preços dos últimos negócios efetuados no mercado a vista (lote-padrão) com ativos componentes de sua carteira.
Os índices podem ser calculados por meio da seguinte fórmula:
Onde:
Índice (t) = valor do índice no instante t.
n = número total de ativos integrantes da carteira teórica do índice.
Pi t = último preço do ativo i no instante t.
Qi t = quantidade do ativo i na carteira teórica no instante t.
alfa = redutor utilizado para adequar o valor total da carteira ao valor de divulgação do índice.
VIGÊNCIA DAS CARTEIRAS
A carteira teórica do índice Ibovespa vale por 4 meses, entrando em vigor na primeira segunda-feira do mês inicial de vigência (ou dia útil imediatamente posterior no caso de nesse dia não haver negociação no segmento BOVESPA).
Ao final de cada quadrimestre, a carteira é rebalanceada.
1) janeiro a abril,
2) maio a agosto
3) setembro a dezembro
PRÉVIAS DAS CARTEIRAS
A B3 divulga regularmente três prévias das novas composições:
1ª) no primeiro dia útil do mês anterior ao de início de vigência da nova carteira;
2ª) no pregão seguinte ao dia 15 desse mês; e
3ª) no último dia de vigência da carteira anterior.
Em situações especiais, a B3 poderá antecipar a divulgação das prévias e/ou realizá-las em outras datas além daquelas previstas neste item.
Ressalta-se que a definição dos ativos que serão incluídos/excluídos das carteiras é determinada com base nos cálculos efetuados para elaboração da terceira prévia das carteiras.
Fonte : Manual de definições e procedimentos dos índices da BM&Fbovespa.
sexta-feira, 9 de agosto de 2019
FECHAMENTO DO PREGÃO 09/08/2019
BOLSA
O IBOV
abriu o dia cotado a 104.102 (-13 pontos abaixo do
fechamento anterior). Fez máxima em 104.848 (746 pontos ou 0,70%) e mínima
em 103.547 ( -555 pontos ou -0,55%) gerando um
range total no dia de 1.302 pontos.
Fechou o dia em queda de -0,11 %
cotado a 103.996 pontos.
(clique nas imagens para ampliar)
Na semana temos uma variação de 1,29% , no mês
acumula 2,15 % e no ano 18,33%.
Foram realizados 1.128.393 negócios, envolvendo
469, 0 milhões de
ações e giro financeiro de R$ 12,91 B (média
diária ~ R$16.2B).
O saldo agressor no final do dia foi comprador em 2.551.900 ações o que
representa 0,54 % da
quantidade total negociada.
De todas ações que compõe o índice IBOV, 33 ativos
fecharam o dia com alguma alta, 32 ativos
fecharam em queda e 1 ativo fechou estável (ou no zero-a-zero). O detalhe dessas ações está na tabela de
maiores altas e baixas do dia.
Veja aqui alguns dados econômicos a serem divulgados:
http://lex10at.blogspot.com/p/calendario-economico.html
MAIORES
ALTAS/BAIXAS DO IBOV
Destaque de alta para ações da Qualicorp (+36,6%) e B2W (+17,7%). Destaque de baixa para MRV (-6,1%) e Vale (-3,6%).
(clique para ampliar a imagem)
MAIS NEGOCIADAS NO DIA
MAIORES
ALTAS/BAIXAS DO IBOV NO ANO
Destaque de alta para Qualicorp (+149,3%) , JBS (+136,6%), Via Varejo (94,3%), Eletrobrás (+87,4%) e Sabesp (+86,7%). No lado negativo destaque para Braskem (-34,4%), Ultrapar (-26,3%), Suzano (-19,1%), Vale (-10,8%) e Usiminas (-10,8%).
SALDO
AGRESSOR
ÍNDICES
SETORIAIS
JUROS
FUTUROS
DÓLAR COMERCIAL
EURO COMERCIAL
SP500
NASDAQ
VOLATILIDADE
EWZ
43,99 ; -0,63%
(clique para ampliar a imagem)
DOW
JONES GLOBAL
2.968 ; -0,58%
(clique para ampliar a imagem)
ÍNDICES
SETORIAIS
(clique para ampliar a imagem)
PETRÓLEO WTI
54,26 ; +2,53 %
(clique para ampliar a imagem)
OURO
1.497 ; -0,30 %
(clique para ampliar a imagem)
MINÉRIO
DE FERRO (Futuros)
(clique para ampliar a imagem)
INFLAÇÃO
3,22%aa
(clique para ampliar a imagem)
CHINA
JAPÃO
AUSTRÁLIA
INGLATERRA
ALEMANHA
BITCOIN
domingo, 7 de julho de 2019
FECHAMENTO PREGÃO 05/07/2019
BOLSA
O IBOV
abriu o dia cotado a 103.628 (-8 pontos abaixo do
fechamento anterior). Fez máxima em 104.176 (548 pontos ou 0,52%) e mínima
em 102.622 ( -1.007 pontos ou -0,98%) gerando um
range total no dia de 1.554 pontos.
Fechou o dia em alta de 0,44 %
cotado a 104.089 pontos.
(clique nas imagens para ampliar)
Na semana temos uma variação de 3,09% , no mês
acumula 3,09 % e no ano 18,44%.
Foram realizados 1.006.594 negócios, envolvendo
433,86 milhões de
ações e giro financeiro de R$ 11,69 B (média
diária ~ R$15.9B).
O saldo agressor no final do dia foi comprador em 15.381.400 ações o que
representa 3,55 % da
quantidade total negociada.
De todas ações que compõe o índice IBOV, 46 ativos
fecharam o dia com alguma alta, 19 ativos fecharam
em queda e 1 ativo fechou estável. O detalhe dessas ações está na tabela de
maiores altas e baixas do dia.
Veja aqui alguns dados econômicos a serem divulgados:
http://lex10at.blogspot.com/p/calendario-economico.html
MAIORES
ALTAS/BAIXAS DO IBOV
Destaque positivo ficou com ações da Gol (+6,2%) e negativo com a Bradespar (-2,7%).
(clique para ampliar a imagem)
MAIORES
ALTAS/BAIXAS DO IBOV NO ANO
Destaque de alta no ano está com JBS (+109,6%) e de queda ficou com as ações da Ultrapar (-25,3%).
MAIS NEGOCIADAS
O destaque da ação mais negociada ficou com Via Varejo (116 neg/minuto em média), o que se repetiu ao longo da semana ficando entre as mais negociadas. O destaque para menor negociação ficou para as ações da Taesa (10 neg/min).
SALDO
AGRESSOR
Os destaques de saldo agressor comprador, em termos absolutos ficaram com as ações da Usiminas (3,3M de ações) e Petrobras (2,1M de açoes). Em termos relativos destaque ficou com Lojas Renner (29,5%) e Ecorodovias (28,4%). No lado de saldo vendedor, destaque em termos absolutos ficou com as ações da Vale (-1,3M de ações) e Via Varejo (-0,9M de ações). Em termos relativos os destaques foram : MRV Enga ( -39,8%) e Telefonica Brasil (-19,3%).
MÁXIMA/MÍNIMA DE 52 SEMANAS
Abaixo um resumo das ações do Ibovespa em relação a posição da ultima cotação com a máxima/minima das últimas 52 semanas.
No quadro vemos que o Ibov está na região de máxima (100), sendo que 29 ações (44%) está entre 91 e 100 do range formado pela máx/min 52 sem. Vemos também que 79% das ações estão acima de 50% do range. Na outa ponta apenas 1 ação (CIEL3) está na região de 0 a 10%, ou seja, próximo a minima de 52 semanas.
No quadro vemos que o Ibov está na região de máxima (100), sendo que 29 ações (44%) está entre 91 e 100 do range formado pela máx/min 52 sem. Vemos também que 79% das ações estão acima de 50% do range. Na outa ponta apenas 1 ação (CIEL3) está na região de 0 a 10%, ou seja, próximo a minima de 52 semanas.
VOLATILIDADE HISTÓRICA
Calculada com base nos últimos 30 pregões e anualizada para 252 dias úteis, as ações mais voláteis do Ibovespa são : Braskem, Via Varejo, Brasil Foods, CSN e JBS. As menos voláteis são : Taesa, Tefefonica Brasil, Marfrig, Abev e Weg.
ÍNDICES
SETORIAIS
Os setores que vêm se valorizando acima do IBOV no ano temos o de Utilidades (33,8%) seguido do Energia Elétrica (32,3%). O setor com performance abaixo do Ibov no ano é o de Materiais Básicos (2,2%).
EWZ (45,24 ; 3,10%)
O ETF do IBOV negociado nos EUA, ainda teria um longo caminho a percorrer até os níveis da crise do subprime (81.24). Se isso ocorrer, muito provavelmente veremos o IBOV subindo e o dólar caindo ao longo desse tempo.
(clique para ampliar a imagem)
JUROS
FUTUROS
Os contratos de juros futuros com vencimento em janeiro/2.020 (5,81%aa), janeiro/2.021 (5,65%aa), janeiro 2.022 (6,07%aa) e janeiro/2.023 (6,47%aa) foram negociados abaixo da taxa meta da Selic (6,5%aa) refletindo expectativas do mercado em relação a cortes nas próximas reuniões do COPOM.
Lembrando que juros morro abaixo seria (em teoria) um vetor de dólar pra baixo e Ibovespa pra cima.
Lembrando que juros morro abaixo seria (em teoria) um vetor de dólar pra baixo e Ibovespa pra cima.
DJ GLOBAL
o Índice DJ Global em região próxima a máximas anteriores e acima da máxima pré-subprime de 2.008, indicando , de certa forma, que o mundo não está correndo dos investimentos em renda varável.
SP500
Na semana que passou o SP500 fez nova máxima histórica (2.995,82).
NASDAQ
Na semana que passou o NASDAQ 100 fez nova máxima histórica (7.857,7).
CHINA
O Índice SSE Comp. segue na recuperação da queda desde o ultimo topo em 3.288, formando no gráfico diário topos e fundos ascendentes.
DOLAR
A moeda norte americana, que no mês de maio chegou a cotar perto da máxima do ano anterior (R$4.22/USD), vem deixando topos e fundos descendentes desde então.
OPÇÕES DE DOLAR
RISCO BRASIL
O Índice EMBI+ Brasil do JP Morgan segue olhando para baixo fechando em 03/jul aos 238 pontos, próximo à minima do ano (232). Lembrando que Risco Brasil pra baixo seria, em teoria, um vetor de dólar pra baixo e bolsa pra cima.
PETRÓLEO WTI (57.74 , +0.61%)
O Petróleo WTI, olhando no registro gráfico mensal, podemos "imaginar" que os preços estariam dentro de um canal de alta. Próximas máximas anteriores no registro gráfico diário temos : 60.20, 63.55 e 66.53. Para baixo temos como minimas mais próximas: 56.02, 51.70 e 50.88.
OURO (1.400,2 ; -1,11%)
O Ouro iniciou um "rally" no final de maio/começo de junho partindo da região dos 1.290 indo até a região dos 1.437. No gráfico mensal a região dos 1.524 que foi um "suporte" é candidata a ser resistência. Acima tem máxima na região dos 1.800. Para baixo , as minimas mais próximas são 1.382,5; 1.336,2; 1.319,4.
VIX (13.28 ; +5.65%)
O índice do "medo" situa-se numa região de "calmaria" próximo a mínima de 2.019 (11.03).
BITCOIN (USD 11.256)
Encontra-se na região entre máxima anterior (USD13.970) e minima anterior (USD9.727), sendo que, com exceção de janeiro o restante dos meses de 2.019 vem fechando seguidamente em alta.
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